Denúncia anônima levou policiais até um imóvel no bairro Santa Marta, onde foram encontrados veículos furtados e diversas peças automotivas.
Começou nesta segunda-feira (18) o julgamento do caso do jogador Daniel Corrêa Freitas, que foi executado por um empresário em São José...
Denúncia anônima levou policiais até um imóvel no bairro Santa Marta, onde foram encontrados veículos furtados e diversas peças automotivas.
Entorpecentes estavam armazenados em uma área de mata. Ninguém foi detido durante a ocorrência
Peças de andaime e plataformas metálicas foram recuperadas após ação em canteiro de obras durante a madrugada
Grupo é suspeito de assaltar uma farmácia em Sorocaba; perseguição terminou em Alumínio, com três mortos, um preso e mercadorias recuperadas pela polícia.
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Começou nesta segunda-feira (18) o julgamento do caso do jogador Daniel Corrêa Freitas, que foi executado por um empresário em São José dos Pinhais, no Paraná, em outubro de 2018. O atleta chegou a jogar no São Bento. Esse caso ganhou repercussão nacional.
O júri popular dos sete acusados de envolvimento na morte do jogador vai ser no Fórum de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.
O jogador, de 24 anos, foi encontrado morto em uma área de mata. Segundo informações da polícia, ele estava parcialmente degolado e com o órgão genital cortado.
O crime aconteceu após Daniel participar da festa de aniversário de Allana Brittes, filha do empresário Edison Luiz Brittes Júnior, de 38 anos. O empresário confessou à polícia ter assassinado o jogador. A previsão de alguns dos advogados é que o julgamento se estenda até a próxima quarta-feira (20).
Na decisão, o desembargador relator Fernão Borba Franco apontou indícios de descumprimento contratual por parte do município.
Mulher afirma que homem filmou partes do seu corpo sem autorização; caso foi registrado na polícia
Comissão foi instalada após decisão judicial e deve apurar possíveis irregularidades nas condições de trabalho de funcionários da Prefeitura de Tatuí.
Município contratou 9 professores especializados e 64 monitores de apoio escolar após acordo firmado para corrigir falhas no atendimento a alunos com deficiência da rede municipal.
Crime aconteceu em janeiro deste ano, em Sorocaba. Segundo a Justiça, vítima foi agredida, ameaçada com faca e sofreu violência sexual dentro da própria loja.
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