Secretaria da Saúde alerta para risco de sarampo na temporada de cruzeiros

Saúde | 0 Comentários

Matheus Dias

27 de dezembro de 2025

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Aviso considera a circulação internacional do vírus e o aumento da movimentação de passageiros no litoral paulista

Secretaria da Saúde alerta para risco de sarampo na temporada de cruzeiros

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo emitiu um alerta sobre o risco de reintrodução do sarampo durante a temporada de cruzeiros no litoral paulista. O aviso leva em conta a circulação internacional do vírus e a intensa movimentação de passageiros e tripulantes de diferentes nacionalidades.

Em 2024, o Brasil reconquistou a certificação de eliminação do sarampo. No entanto, em 2025, já foram registrados 38 casos importados ou relacionados à importação no país, incluindo dois confirmados em São Paulo até dezembro. Ambos os casos são de moradores da capital paulista. Não há registros de casos confirmados na área de cobertura da TV Sorocaba SBT. Diante de surtos ativos em várias regiões do mundo, a secretaria reforça a importância de manter a vacinação em dia.

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida pelo ar, principalmente em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas, como navios de cruzeiro. Entre os principais sintomas estão febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele, que geralmente surgem entre sete e quatorze dias após a exposição ao vírus.

A orientação para quem pretende viajar é verificar a caderneta de vacinação e garantir o esquema completo da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. A recomendação é que a imunização seja feita com pelo menos quinze dias de antecedência. A vacina continua sendo a principal forma de prevenção da doença.

Durante a viagem, a secretaria recomenda a adoção de medidas de higiene, como cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar, lavar as mãos com frequência ou utilizar álcool em gel, evitar o compartilhamento de utensílios, manter os ambientes limpos e ventilados, não levar as mãos à boca ou aos olhos e evitar contato próximo com pessoas doentes.

Ao retornar da viagem, caso surjam sintomas suspeitos até trinta dias após o deslocamento, como febre, manchas pelo corpo, tosse, coriza ou conjuntivite, a orientação é procurar imediatamente um serviço de saúde, informar o histórico de viagem e evitar a circulação em locais públicos.

Para os profissionais de saúde, a notificação de casos suspeitos de sarampo é compulsória e deve ser comunicada à vigilância epidemiológica em até 24 horas. A medida permite a adoção rápida de ações de bloqueio e prevenção.

A secretaria mantém atuação integrada com municípios e órgãos envolvidos para proteger a população e evitar a reintrodução do sarampo no estado, garantindo maior segurança durante o período de aumento da movimentação no litoral paulista.

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