Suspeito tentou fugir após o crime, mas equipes da Polícia Militar localizaram o aparelho e realizaram a detenção
Ministério da Saúde suspendeu temporariamente a aplicação do imunizante em todo o país após o registro de 42 casos graves; duas pessoas morreram.
Foto: Divulgação/Governo de SP
Suspeito tentou fugir após o crime, mas equipes da Polícia Militar localizaram o aparelho e realizaram a detenção
Veículo foi localizado abandonado às margens da Rodovia dos Bandeirantes. A polícia encontrou bloqueadores de sinal na cabine
Mandados de busca cumpridos em diferentes endereços resultaram na apreensão de cocaína, crack, maconha, dinheiro e outros materiais
Projeto reúne artistas, torcedores e moradores em uma celebração criativa inspirada no Mundial de Seleções
Continua após anúncio
Uma moradora de Paranapanema, de 48 anos, está entre as vítimas que morreram após desenvolver sintomas graves de dengue em um caso que está sendo investigado pelo Ministério da Saúde. A profissional da saúde havia recebido a vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan e apresentou complicações 19 dias depois da imunização, falecendo no dia 1° de março deste ano.
Diante do registro de eventos adversos graves, o Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (8) a suspensão temporária da vacinação com o imunizante do Butantan em todo o país. A medida é preventiva e permanecerá em vigor enquanto especialistas analisam os casos.
Segundo o governo federal, mais de 500 mil doses da vacina foram aplicadas até o fim de maio. Entre os vacinados, 3.703 pessoas apresentaram sintomas semelhantes aos da dengue, o equivalente a 0,7% do total. Desse grupo, 42 pacientes tiveram sinais de alerta, como dor abdominal, vômitos persistentes e sangramentos.
Três pessoas desenvolveram quadros considerados graves e precisaram de internação. Uma mulher de 39 anos foi hospitalizada após apresentar sintomas compatíveis com dengue grave, mas recebeu alta. Além da moradora de Paranapanema, um homem de 58 anos também morreu após a evolução do quadro clínico.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que ainda não é possível concluir que a vacina tenha causado os casos graves ou as mortes. Segundo ele, a suspensão tem caráter preventivo e permitirá que o Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Butantan aprofundem as investigações para identificar possíveis fatores de risco.
Apesar da interrupção temporária da campanha, o Ministério da Saúde ressaltou que a decisão não invalida a eficácia da vacina e que as pessoas já imunizadas continuam protegidas contra a doença.
As prefeituras da região informaram que irão cumprir a determinação federal.
Em Sorocaba, a Secretaria da Saúde informou que as doses serão armazenadas nas câmaras de vacinas das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) até nova orientação. O município aplicou 2.502 doses do imunizante e, até o momento, registrou apenas reações consideradas esperadas conforme a bula.
Em Itapetininga, a prefeitura informou que 440 doses foram aplicadas sem registros de reações adversas graves.
Já em Jundiaí, a Vigilância Epidemiológica informou que não houve casos graves ou mortes relacionados à vacina. O município destacou ainda que a vacinação contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos continua normalmente com a vacina Qdenga, produzida pela farmacêutica Takeda, que não foi afetada pela suspensão.
Veja mais notícias no nosso Instagram.
Siga nosso canal para receber as notícias no seu WhatsApp.
Envie sugestão de reportagem pelo WhatsApp do Jornalismo.
Notícias recentes.
Aplicação do imunizante do Instituto Butantan foi interrompida após registro de casos graves; dois óbitos são investigados.
Ação busca ampliar a cobertura vacinal com aplicação de doses da influenza em dois pontos de grande circulação da cidade.
No Colsan, a média é de 3 mil bolsas de sangue arrecadadas por mês. Uma única bolsa pode salvar até quatro pessoas.
Polícia Rodoviária encontrou celulares, medicamentos e anabolizantes sem documentação escondidos em um caminhão na Rodovia Raposo Tavares.
O complexo assistencial chamado “Espaço Vida” surgiu como um elo entre o hospital e o lar.
Receba notícias no seu celular
0 comentários