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Segundo informações passadas por uma das advogadas do caso da Lara, um novo inquérito foi aberto para investigar o envolvimento de outras pessoas e de novas informações que foram dadas pelas testemunhas. Ao todo, quatro das oito pessoas previstas foram ouvidas nessa segunda-feira (05), no fórum de Campo Limpo Paulista durante a primeira audiência do caso.
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Segundo informações passadas por uma das advogadas do caso da Lara, um novo inquérito foi aberto para investigar o envolvimento de outras pessoas e de novas informações que foram dadas pelas testemunhas. Ao todo, quatro das oito pessoas previstas foram ouvidas nessa segunda-feira (05), no fórum de Campo Limpo Paulista durante a primeira audiência do caso.
A audiência teve início no começo da tarde e durou cerca de três horas. Os testemunhos aconteceram de forma antecipada, já que o suspeito pelo crime está foragido desde que o mandado de prisão temporária foi expedido. De acordo com o Tribunal de Justiça, essa antecipação evita que as testemunhas esqueçam os nomes e detalhes nos depoimentos.
Lara Maria Oliveira, de 12 anos, foi assassinada no mesmo dia em que desapareceu, em 16 de março do ano passado, quando saiu de casa para comprar refrigerante. A família ficou três dias sem saber o paradeiro da adolescente, até que o corpo dela foi encontrado em uma área de mata.
O acusado pela morte aparece em imagens perto de onde o corpo foi localizado, segundo os investigadores. O crime chocou toda a região. Lara morreu por conta de um traumatismo craniano. Segundo o laudo da Polícia Civil, os ferimentos teriam sido provocados por golpes de martelo ou picareta. No documento, o legista observa que houve crueldade na morte. Os peritos afirmam que não foram encontrados sinais aparentes de violência sexual no corpo da menina.
Ainda de acordo com a advogada, o processo será suspenso enquanto o suspeito continua foragido.
Segundo as investigações, a negociação fazia parte de uma emboscada. Durante a abordagem, a jovem tentou reagir usando spray de pimenta.
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