Prefeitura de Jundiaí investiga morte de bebê com suspeita de meningite

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Jornalismo TV Sorocaba

3 de março de 2026

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Caso ocorreu no sábado e Vigilância Epidemiológica adotou medidas de protocolo enquanto aguarda resultado final de exames

Paço Municipal de Jundiaí

Foto: Divulgação / Prefeitura de Jundiaí

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A Prefeitura de Jundiaí informou a morte de um bebê de seis meses com suspeita de doença meningocócica, a meningite. O caso ocorreu no último sábado (28), em um hospital da rede privada do município.

A Secretaria de Promoção da Saúde comunicou que a Vigilância Epidemiológica recebeu a notificação imediatamente após o registro do caso. A equipe adotou todas as medidas previstas em protocolo e realizou a avaliação para indicar profilaxia medicamentosa aos contactantes próximos. A criança não frequentava creche.

A Vigilância Epidemiológica aguarda os resultados finais dos exames laboratoriais. Durante o período de internação, a equipe médica coletou hemocultura, que apresentou resultado positivo para a doença.

A doença meningocócica reúne qualquer infecção causada pela bactéria Neisseria meningitidis (meningococo). A bactéria pode provocar diferentes manifestações clínicas. Entre elas está a meningococcemia, apontada como causa do óbito. Essa forma da doença provoca infecção generalizada, evolui rapidamente e apresenta potencial risco à vida.

A transmissão ocorre, principalmente, por secreções respiratórias, como saliva e gotículas expelidas ao falar, tossir ou espirrar, em situações de contato próximo e prolongado.

A vacinação representa a principal forma de prevenção da doença meningocócica. Em Jundiaí, o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza as vacinas gratuitamente, conforme o Calendário Nacional de Vacinação. O município oferece a vacina meningocócica C para crianças a partir de três meses de idade, com esquema vacinal definido pelo Ministério da Saúde. A rede também disponibiliza a vacina meningocócica ACWY para adolescentes, conforme a faixa etária recomendada.

As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e as Clínicas da Família aplicam as doses durante o horário de funcionamento das salas de vacinação. Para receber a imunização, a pessoa deve apresentar documento com foto ou certidão de nascimento, além da carteira de vacinação.

A Secretaria de Promoção da Saúde reforça a importância de manter a vacinação em dia. O órgão orienta que, diante de sintomas como febre alta, vômitos, rigidez na nuca, manchas na pele, sonolência excessiva ou irritabilidade, especialmente em crianças, a população procure atendimento médico imediato.

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