Entorpecentes estavam armazenados em uma área de mata. Ninguém foi detido durante a ocorrência
Motorista, que estava embriagado, pagou fiança e responde ao processo em liberdade
Entorpecentes estavam armazenados em uma área de mata. Ninguém foi detido durante a ocorrência
Peças de andaime e plataformas metálicas foram recuperadas após ação em canteiro de obras durante a madrugada
Grupo é suspeito de assaltar uma farmácia em Sorocaba; perseguição terminou em Alumínio, com três mortos, um preso e mercadorias recuperadas pela polícia.
Suspeito acessou o telhado do estabelecimento e retirou tubulações do sistema de ar-condicionado. O material foi recuperado
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O soldado Arthur de 41 anos, morreu em maio deste ano, três dias após sofrer um acidente na rodovia Archimedes Lammoglia, em Itu. Ele foi atingido na traseira da moto por um carro dirigido por um motorista embriagado, quando seguia para o trabalho.
O motorista pagou fiança e está solto, vai responder ao processo em liberdade. Apesar de ter este benefício garantido por lei, o fato de ele estar solto, provoca revolta na família do policial, em especial na esposa, que afirma sentir profunda dor, sensação de vazio, revolta e um forte sentimento de impunidade diante da liberdade do motorista.
Arthur deixou a esposa e dois filhos, um deles autista, que exige cuidados constantes. Nos primeiros dias após o acidente, a esposa precisou conciliar hospital, casa e terapias do filho mais velho.
Após a morte do marido, ela relata viver dias confusos, sobrecarregada com tarefas domésticas, cuidados dos filhos e a parte burocrática. Destaca que Arthur ajudava muito na rotina, inclusive com os filhos e nas tarefas da casa, sendo muito presente e dedicado.
“Arthur me ajudava em absolutamente tudo, com os meninos, com os afazeres domésticos, ele fazia de tudo para ter tempo de qualidade com os meninos e comigo. Agora sou eu para praticamente tudo, é exaustivo, é doloroso. Tenho duas crianças que não entendem absolutamente nada, querem atenção, brincar, e seguir a rotina que sempre tiveram, então tive que tirar forças, não sei nem de onde, para seguir por eles e para eles. Os dias são estranhos, tenho sempre a sensação de que ele vai voltar”. A viúva do policial espera que o motorista que matou Arthur seja punido para que a sensação de impunidade acabe. Mas existe aquela desconfiança que aparece sempre que alguém que comete um crime, mas tem dinheiro e acesso a bons advogados, consegue adiar o processo por anos nos trâmites burocráticos da justiça brasileira.
Droga estava em uma bagagem dentro de ônibus interestadual que seguia de Campo Grande para São Paulo
Na decisão, o desembargador relator Fernão Borba Franco apontou indícios de descumprimento contratual por parte do município.
Segundo a investigação, o suspeito estava escondido em Salto e retornou para Itu, onde passou a ser monitorado pelos policiais.
Mulher afirma que homem filmou partes do seu corpo sem autorização; caso foi registrado na polícia
Comissão foi instalada após decisão judicial e deve apurar possíveis irregularidades nas condições de trabalho de funcionários da Prefeitura de Tatuí.
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