Em dias de chuva, os transtornos se intensificam. Moradores que utilizam um ponto de ônibus localizado na Raposo Tavares enfrentam dificuldades para percorrer o trecho a pé até suas residências
Eles foram presos em junho deste ano, e após decisão judicial, devem responder em liberdade
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Os acusados pela morte de uma empresária de Itu, assassinada em 2018, foram soltos após decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo. O caso segue em investigação sob segredo de Justiça e, por isso, o TJ informou que os documentos e informações nos autos são de acesso restrito às partes e advogados.
A defesa de um dos acusados divulgou nota em que afirma que os envolvidos foram presos em meados de junho deste ano, após aproximadamente sete anos de investigações. Segundo o advogado, a prisão temporária foi decretada com o argumento de que os suspeitos poderiam atrapalhar as investigações, mas alega que durante todo o período os acusados mantiveram seus endereços e rotinas, sem interferir no processo.
Ainda conforme a defesa, a prisão teria sido “midiática”, com o objetivo de dar uma resposta à sociedade. Um habeas corpus foi impetrado no Tribunal de Justiça, que inicialmente negou a liminar. No entanto, em julgamento do mérito, foi concedida liberdade provisória a todos os acusados. O processo segue em andamento, e os investigados respondem em liberdade.
Segundo a nota, o caso ainda está em fase de inquérito policial e o delegado responsável deve apresentar um relatório e, possivelmente, formalizar o indiciamento. A partir disso, terá início a fase processual, com garantias de ampla defesa e contraditório.
*Relembre o caso*
O crime ocorreu na tarde do dia 11 de junho de 2018, no bairro Jardim Progresso, em Itu. A empresária, proprietária de uma cerâmica, foi morta dentro do escritório do estabelecimento.
De acordo com relatos de funcionários à Polícia Civil, a empresa havia sido alvo de um assalto meses antes. Na ocasião, a vítima teria reagido e retirado a máscara de um dos criminosos, o que levanta a hipótese de que o crime de 2018 tenha sido uma retaliação.
No dia do assassinato, dois homens chegaram em uma motocicleta, entraram no escritório e pediram que os funcionários saíssem, permanecendo apenas com a empresária. Segundo o tenente da Polícia Militar, os suspeitos efetuaram pelo menos quatro disparos com uma pistola calibre 38 e fugiram sem levar dinheiro ou qualquer pertence. Ainda conforme a PM, os criminosos permaneceram de capacete durante toda a ação e nada foi levado da cerâmica. A perícia foi acionada na tentativa de identificar pistas, mas os suspeitos só foram localizados e presos temporariamente sete anos após o crime.
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Na decisão, o desembargador relator Fernão Borba Franco apontou indícios de descumprimento contratual por parte do município.
Segundo a investigação, o suspeito estava escondido em Salto e retornou para Itu, onde passou a ser monitorado pelos policiais.
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Comissão foi instalada após decisão judicial e deve apurar possíveis irregularidades nas condições de trabalho de funcionários da Prefeitura de Tatuí.
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