Relatório final divulgado pelo órgão concluiu que aeronave voava em condições meteorológicas incompatíveis com o voo visual; piloto morreu após colisão contra a Serra do Japi, em Jundiaí.
O PROCON de Sorocaba autuou dezenas de comércios por aumento injustificado de preços. Desde o início da pandemia do novo coronavírus, o PROCON Sorocaba, vinculado à Secretaria Jurídica, notificou 185 estabelecimentos por aumento injustificado no valor de seus produtos.
entrevista procon sorocaba
Relatório final divulgado pelo órgão concluiu que aeronave voava em condições meteorológicas incompatíveis com o voo visual; piloto morreu após colisão contra a Serra do Japi, em Jundiaí.
Homem de 60 anos morreu após ser atendido em unidade de saúde. A Prefeitura e Polícia Civil acompanham a apuração do caso
Ação mobilizou cerca de 100 agentes de diferentes forças de segurança e resultou em detenções e apreensões nesta quinta-feira
Acidente aconteceu durante a madrugada e deixou duas pessoas feridas. O motorista precisou ser transferido para atendimento especializado em Sorocaba
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O PROCON de Sorocaba autuou dezenas de comércios por aumento injustificado de preços. Desde o início da pandemia do novo coronavírus, o PROCON Sorocaba, vinculado à Secretaria Jurídica, notificou 185 estabelecimentos por aumento injustificado no valor de seus produtos.
Foram 77 supermercados e 108 farmácias e similares que comercializam produtos alimentícios de primeira necessidade, álcool em gel e máscaras de proteção. Destes, 166 apresentaram a documentação relativa às notas fiscais dos produtos e 51%, ou seja, 75 estabelecimentos serão autuados por irregularidades.
De acordo com o superintendente do PROCON, Carlos Rocco, já foram analisadas documentações de 57 supermercados e 91 de farmácias e similares. Sobre os estabelecimentos que ainda não responderam, Rocco conta que estão dentro de prazo exequível, ou foram renotificados para complementação de informações, ampliando o prazo.
A elevação das margens de lucro em percentual acima de 85%, injustificadamente, pode ser considerada conduta abusiva nos termos do Código de Defesa do Consumidor e a pena deverá ser agravada dada a decretação do estado de calamidade pública. Constatadas condutas abusivas, o valor da multa varia R$ 665,00 e R$ 9 milhões.
O atendimento presencial já é possível, mas a orientação é a de que o consumidor converse com o órgão pelo WhatsApp (15) 99198-2958, buscando esclarecer suas dúvidas, antes de ir até a sede.
Ainda estão disponíveis os canais digitais, para denúncias, o aplicativo e redes sociais. Reclamações devem ser feitas pelo site.
https://www.youtube.com/watch?v=YmhusnFBnJ0&feature=youtu.be
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