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Advogado e professor de 63 anos, natural de Ibiúna, assume o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços após a saída de Geraldo Alckmin.
Imagem: Divulgação / Governo Federal
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O advogado e professor Márcio Fernando Elias Rosa, de 63 anos, natural de Ibiúna (SP), foi nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como novo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A posse ocorreu nesta segunda-feira (6), em substituição ao vice-presidente Geraldo Alckmin, que deixou a pasta na mesma data.
A posse e o início do exercício do cargo também ocorreram nesta segunda-feira. Antes da nomeação, Márcio Elias Rosa já atuava como secretário-executivo do ministério desde janeiro de 2023 e participou da transição de governo na coordenação jurídica.
Ao assumir o novo posto, o ministro afirmou que dará continuidade ao trabalho desenvolvido por Alckmin nos últimos três anos, com foco na política industrial e no comércio exterior.
Segundo Márcio Elias Rosa, a gestão anterior teve papel decisivo na reconstrução do ministério e na retomada do debate sobre o crescimento econômico do país.
“Agradeço ao presidente Lula pela confiança. Será um grande desafio seguir com a mesma estratégia e buscar resultados concretos para o comércio exterior e para a política industrial”, afirmou.
Entre os principais programas da pasta está a Nova Indústria Brasil (NIB), apontada pelo novo ministro como uma das principais marcas da atual gestão federal.
Natural de Ibiúna, no interior de São Paulo, Márcio Elias Rosa é formado em Direito pela Instituição Toledo de Ensino, de Bauru, e possui mestrado e doutorado em Direito do Estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Ao longo da carreira, ele ocupou cargos de destaque no sistema de Justiça paulista. Foi procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo por dois mandatos e também secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado entre 2015 e 2018.
Além disso, atuou como membro do Ministério Público de São Paulo, com passagem pelas áreas de Direitos Difusos e Coletivos e de Cidadania. Também presidiu a Fundação Casa e exerceu o magistério nas áreas de direito administrativo e tutela coletiva.
Durante suas gestões à frente da Procuradoria-Geral de Justiça, promoveu ações voltadas ao acesso à Justiça, à defesa dos direitos sociais, ao enfrentamento da violência doméstica, à proteção da mulher, à defesa do consumidor e à aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
O novo ministro também é autor de livros nas áreas de direito administrativo e constitucional e, como advogado, atuou como consultor jurídico no Brasil e no exterior, especialmente em direito ambiental e responsabilidade civil.
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