Suspeito foi abordado no centro da cidade com cartões vale-transporte, celulares e dinheiro em espécie
Projeto de Lei prevê penalidade de até 3 meses de prisão
Foto: Divulgação
Suspeito foi abordado no centro da cidade com cartões vale-transporte, celulares e dinheiro em espécie
Enquanto parlamentares relatam estoques zerados e “desumanidade” na gestão, Prefeitura nega falta de alimentos e alega remanejamento de itens
Caso se conecta a operação nacional que apura esquema bilionário
Suspeito revendia créditos de transporte de forma irregular na região central
Continua após anúncio
O deputado federal Kim Kataguiri (União-SP), natural de Salto, propôs um Projeto de Lei (PL) para proibir a prostituição em vias públicas. Segundo ele, a proposta tem o objetivo de melhorar a segurança em áreas residenciais.
O PL 778/2025, protocolado na sexta-feira (7), busca alterar a Lei das Contravenções Penais e incluir a prostituição nas ruas, com penalidade de 15 dias a 3 meses de prisão e pagamento de multa.
Kim Kataguiri argumenta que a prostituição muitas vezes acontece nos bairros, prejudicando o cotidiano dos moradores e interferindo no direito de locomoção. Além disso, esses pontos costumam funcionar para uso e tráfico de drogas.
“Ninguém tem o direito de transformar a rua em zona de prostituição e prejudicar quem mora ou trabalha no local. Isso é uma privatização ilegal do espaço público, que ignora completamente quem paga imposto e precisa de segurança. A realidade é que multa nenhuma resolve esse problema, porque não há fiscalização suficiente e ninguém paga”, destaca o deputado.
Em 2015, o Ministério do Trabalho incluiu a ocupação Profissionais do Sexo na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), sob o verbete 5198. Segundo a descrição, se configuram como profissionais do sexo aqueles (as) que “buscam programas sexuais; atendem e acompanham clientes; participam em ações educativas no campo da sexualidade. As atividades são exercidas seguindo normas e procedimentos que minimizam a vulnerabilidades da profissão”.
Enquanto parlamentares relatam estoques zerados e “desumanidade” na gestão, Prefeitura nega falta de alimentos e alega remanejamento de itens
Julgamento na Segunda Turma ocorre entre 1º e 11 de maio e pode confirmar ou rever decisão que reconduziu o prefeito ao cargo.
Vereadores condenaram Adriana Duch por cinco infrações político-administrativas e vice-prefeito assume o cargo ainda hoje (23)
Evento discutiu investimentos e desenvolvimento para o interior paulista
Proposta do vereador Roberto Freitas prevê multas e combate golpes como o do “falso valet” em vias públicas
Receba notícias no seu celular
0 comentários