Vítima foi atacada enquanto caminhava, socorrida por populares e levada à Santa Casa; caso foi registrado como lesão corporal.
Campanha oficial promove informação sobre formas de contágio, sintomas e vacinas disponíveis contra as hepatites A, B, C e D
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No mês de julho, a campanha Julho Amarelo chama a atenção da população para a prevenção, o diagnóstico e o tratamento das hepatites virais. A ação tem o objetivo de conscientizar sobre essas infecções silenciosas que, quando não tratadas, podem evoluir para quadros graves, como cirrose e câncer de fígado.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), as hepatites virais são a segunda maior causa infecciosa de mortes no mundo, perdendo apenas para a tuberculose. A cada ano, 1,3 milhão de pessoas morrem por complicações causadas pela doença. As hepatites B e C afetam 325 milhões de pessoas em todo o mundo, o que representa nove vezes mais casos do que os de HIV.
As hepatites virais são causadas por diferentes vírus (A, B, C, D e E), e a transmissão pode ocorrer de várias formas. Entre elas, estão relações sexuais sem proteção, uso compartilhado de agulhas, seringas ou objetos perfurantes, procedimentos estéticos e cirúrgicos com materiais não esterilizados e, no caso da hepatite B, da mãe para o bebê durante a gestação.
Muitas vezes, a infecção é silenciosa, ou seja, não apresenta sintomas. Quando aparecem, os sinais mais comuns são cansaço, febre, icterícia (pele e olhos amarelados), urina escura e fezes claras.
Existem vacinas para as hepatites A e B — a vacina contra a hepatite B também protege contra a hepatite D. Já para a hepatite C, não há vacina disponível, mas o tratamento pode levar à cura. O exame para detectar a infecção é simples, feito com uma amostra de sangue, e está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Durante a campanha Julho Amarelo, a equipe de reportagem da TV Sorocaba SBT foi às ruas ouvir a população sobre dúvidas em relação às hepatites. Entre os principais questionamentos, estão as formas de transmissão, se existe cura e quem deve se vacinar. As perguntas foram levadas a um médico especialista, que esclareceu os pontos e reforçou que o diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações.
A meta da OMS é tratar 80% das pessoas com hepatite até 2030, reduzindo a carga da doença no mundo. A orientação é procurar uma unidade básica de saúde para se informar, fazer os exames e manter a vacinação em dia.
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