Inscrições para o Bolsa Estágio Ensino Médio seguem até 20 de julho e contemplam alunos de cursos técnicos da rede estadual
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta quinta-feira (20) o uso da vacina Coronavac para a população de 6 a 17 anos de idade.
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Faturamento do setor cresceu 11,72% no município e superou a média nacional registrada no período
Certame online oferece automóveis, motocicletas e sucatas com lances a partir de R$ 1.377,10 e prevê liberação dos bens em até dez dias
Programação acontece entre os dias 16 e 26 de julho na Cidade da Criança e inclui oficinas, atrações culturais e show de talentos para participantes de 5 a 11 anos.
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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta quinta-feira (20) o uso da vacina Coronavac para a população de 6 a 17 anos de idade. A partir dessa data, o Governo de São Paulo confirmou mudanças no calendário de vacinação para crianças entre cinco a 11 anos sem comorbidades.
O governo prevê, ainda, o prazo de três semanas para a aplicação da dose inicial contra a Covid-19 em todas as 4,3 milhões de crianças. Serão usadas 8 milhões de doses do imunizante Coronavac nos 645 municípios paulistas. Outras 7 milhões de vacinas serão oferecidas a Estados e Prefeituras que tiverem interesse.
Crianças imunossuprimidas não estão liberadas para tomar doses da Coronavac, para elas, a indicação continua sendo a vacinação com o imunizante da Pfizer. Vale lembrar que crianças de 5 anos também só podem tomar a vacina da Pfizer por enquanto. O Governo esclareceu, ainda nesta quinta, um caso que gerou repercussão na quarta (19).
Uma criança de 10 anos, de Lençóis Paulista, teve uma parada cardíaca cerca de 12 horas depois de se vacinar. O caso foi notificado ao Sistema de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-vacinação. Segundo o Estado, a criança foi imunizada com técnica correta e imunizante da Pfizer, indicado para a faixa etária. A criança foi atendida, o quadro foi revertido e ela está hospitalizada e estável.
O caso foi investigado e os profissionais do Estado descobriram uma síndrome chamada de Wolff-Parkinson-White, até então não diagnosticada e desconhecida pela família. Isso, segundo a investigação, levou a criança a ter uma crise de taquicardia. De acordo com o governo estadual, não existe relação entre a vacinação e o quadro clínico apresentado.
Aplicação do imunizante do Instituto Butantan foi interrompida após registro de casos graves; dois óbitos são investigados.
Ação busca ampliar a cobertura vacinal com aplicação de doses da influenza em dois pontos de grande circulação da cidade.
Imunização já está disponível para pessoas a partir de seis meses de idade em unidades de saúde do município.
Neste ano, o estado já aplicou mais de 5,6 milhões de doses da vacina.
Ação acontece das 10h às 16h e também disponibiliza outros imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação para grupos prioritários e população em geral
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