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O caso mais recente ocorreu no último domingo (4), envolvendo uma gestante, inicialmente liberada sob a justificativa de ausência de dilatação.
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O Hospital Dr. Léo Orsi Bernardes (HLOB), em Itapetininga, registrou o segundo afastamento médico em menos de um mês, após novos episódios que levantaram questionamentos sobre a conduta médica em atendimentos recentes.
O caso mais recente ocorreu no último domingo (4), envolvendo uma gestante, inicialmente liberada sob a justificativa de ausência de dilatação. No dia seguinte, ela retornou ao hospital em estado agravado e precisou passar por uma cesariana de emergência. O recém-nascido, no entanto, não resistiu e acabou sendo transferido para outra unidade hospitalar, em Sorocaba.
A Prefeitura de Itapetininga confirmou, por meio de nota, o afastamento do médico responsável pelo atendimento da paciente. A decisão foi tomada pela Beneficência Nipo-Brasileira, gestora do HLOB.
O primeiro afastamento aconteceu no dia 16 de abril, após a morte de um bebê de um ano e seis meses, cuja família denunciou um possível caso de negligência. A criança foi liberada após exames iniciais, mas retornou com quadro agravado e faleceu depois de complicações causadas pelo rompimento do apêndice. A família registrou boletim de ocorrência como morte suspeita e pede justiça. Ambos os casos estão sendo investigados. A prefeitura e a direção do hospital afirmam que não pouparão esforços para a apuração completa dos fatos e se solidarizaram com as famílias envolvidas.
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