Suspeito acessou o telhado do estabelecimento e retirou tubulações do sistema de ar-condicionado. O material foi recuperado
Proposta quer reduzir custos no processo de habilitação, mas divide opiniões entre alunos, profissionais e especialistas
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Vítima apresentava ferimentos no rosto e relatou ter sido agredida pelo companheiro durante a madrugada
Acidente foi registrado no km 50 da rodovia, no sentido interior, e mobilizou Polícia Técnica e funerária
Em dias de chuva, os transtornos se intensificam. Moradores que utilizam um ponto de ônibus localizado na Raposo Tavares enfrentam dificuldades para percorrer o trecho a pé até suas residências
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Tirar a carteira de motorista é o sonho de muita gente e, até hoje, um processo que segue regras claras: aulas teóricas e práticas em autoescola. Mas esse modelo pode mudar. O Governo Federal estuda acabar com a obrigatoriedade das autoescolas para quem deseja tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro).
A justificativa do Ministério dos Transportes é tornar o processo mais acessível, já que o custo elevado das autoescolas dificultaria o acesso de milhões de brasileiros à habilitação. No entanto, a proposta já gera controvérsia.
Caio, de 24 anos, está em fase de aulas na autoescola e acredita que o conteúdo, tanto teórico quanto prático, é essencial para a formação de condutores preparados. Na mesma linha, profissionais do setor temem os impactos. Marina, empresária do ramo, afirma que a mudança pode comprometer a segurança no trânsito e afetar empregos diretos e indiretos ligados ao setor.
A proposta é semelhante a um projeto que já tramita na Câmara dos Deputados, de autoria do deputado federal Kim Kataguiri, de Salto. Ele defende alternativas mais acessíveis e a possibilidade de o aluno escolher como deseja se preparar, sem comprometer a formação dos motoristas.
Apesar das justificativas, nas ruas de Sorocaba, muitas pessoas se mostram contrárias à flexibilização. A maioria defende a manutenção das regras atuais, com foco na segurança e na preparação adequada dos condutores.
Resultado da 2ª votação apontou: 461 votos favoráveis, 19 contra e 33 não votaram
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