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Iniciativa da SOS Mata Atlântica passou por Salto para avaliar qualidade da água, microplásticos e gases do efeito estufa
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Pesquisadores da Fundação SOS Mata Atlântica percorrem desde domingo (8) o Rio Tietê em uma expedição que se estende até sexta-feira (13). A missão é avaliar a qualidade da água em 15 cidades do estado de São Paulo, identificando a presença de microplásticos, pesticidas, remédios e até gases de efeito estufa, além dos impactos da poluição nos ecossistemas aquáticos.
A ação, em parceria com cinco universidades, passou nesta terça-feira (10) por Salto, onde os dados coletados apontaram um nível de oxigênio na água de oito, em uma escala de zero a 14. Isso indica a possibilidade de vida aquática no trecho, embora a condição ideal ainda esteja longe do necessário. A pesquisadora Gabrielle Segatti, que estuda o carbono presente na água, destacou a importância do trabalho para pensar soluções que permitam a recuperação do rio.
Desde 1993, a SOS Mata Atlântica acompanha o Tietê. O estudo mais recente da entidade revelou que mais de 200 quilômetros do rio apresentam água classificada como ruim ou péssima, com a mancha de poluição crescendo quase 30% em apenas um ano. Mesmo assim, os pesquisadores acreditam que é possível reverter esse cenário, como já ocorreu em casos de sucesso como o Rio Sena, em Paris.
O projeto reforça a necessidade de atuação coletiva para promover a despoluição e recuperar a qualidade ambiental de um dos rios mais importantes do estado de São Paulo.

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