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Em Itapetininga, um caso comovente envolve a morte de um bebê de um ano e seis meses, cujo falecimento é atribuído pela família a uma possível negligência médica. Matteo Luiz Mariano foi levado ao Hospital Dr. Léo Orsi Bernardes com fortes dores abdominais. Após um exame de raio-x, o menino foi liberado pelo médico responsável.
No entanto, no mesmo dia, as dores retornaram de forma ainda mais intensa. A família voltou à unidade hospitalar, onde Matteo foi atendido por outra profissional. Segundo relato do pai, Luis Henrique de Queiroz, o estado do filho já era grave.
“Ele chorava, estava inquieto. Não estava bem, gritava, a barriga estava grande. Colocaram ele na maca e fizeram outro raio-x. Enquanto aguardávamos a chegada do pediatra, a enfermeira veio, mas ele estava muito gelado. Estava no colo da médica, vomitou algo preto. Quando colocaram a sonda, saiu muita secreção escura. Perguntamos ao médico e ele confirmou que era fezes. Um tempo depois, confirmaram o óbito.”
Após o ocorrido, a família procurou a delegacia para registrar um boletim de ocorrência. O documento aponta como possíveis causas da morte apendicite aguda e choque séptico. O caso foi registrado como morte suspeita.
A Prefeitura de Itapetininga informou, em nota, que solicitou esclarecimentos à gestora do hospital. Segundo relatório apresentado, havia equipe médica pediátrica disponível no dia do atendimento e a unidade operava com 40% da ocupação. A prefeitura determinou o afastamento do médico responsável pelo primeiro atendimento e instaurou um procedimento de investigação. A gestão do Hospital Dr. Léo Orsi Bernardes informou que uma sindicância foi aberta para apurar os fatos.

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