A jato: Câmara de Sorocaba aprova 25 novos cargos em votação relâmpago

Política, Sorocaba | 0 Comentários

João Pedro Araújo

12 de fevereiro de 2026

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Sem debate, Legislativo consolida aumento da máquina pública às vésperas do Carnaval

Votação a jato Câmara de Sorocaba aprova 25 novos cargos em votação relâmpago

Foto: Câmara de Sorocaba / Divulgação

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Em uma votação relâmpago que confirmou as previsões mais pessimistas sobre a falta de diálogo com a sociedade, a Câmara Municipal de Sorocaba aprovou, nesta quinta-feira (12), em poucos segundos, a criação de 25 novos cargos de assessoria parlamentar.

A aprovação ocorreu em uma sessão extraordinária, sem qualquer debate em plenário sobre este tema, não foi dito nada sobre a real necessidade ou o impacto financeiro da medida.

O projeto foi aprovado por 20 votos a favor e apenas 5 contra.

Apesar da ampla maioria favorável ao aumento da estrutura de gabinete, cinco parlamentares se posicionaram contra a proposta.

Votaram contra a criação dos cargos:

Dylan Dantas (PL)

Fernanda Garcia (PSOL)

Henri Arrida (MDB)

Raul Marcelo (PSOL)

Tatiane Costa (PL)

Votaram a favor da criação dos cargos:

Alexandre Da Horta (Solidariedade)

Caio Oliveira (Republicanos)

Cícero João (Agir)

Cláudio Sorocaba (PSD)

Cristiano Passos (Republicanos)

Fabio Simoa (Republicanos)

Fausto Peres (Podemos)

Fernando Dini (PP)

Iara Bernardi (PT)

Ítalo Moreira (União)

Izídio De Brito (PT)

João Donizeti (União)

Jussara Fernandes (Republicanos)

Pastor Luís Santos (Republicanos)

Rafael Militão (Republicanos)

Roberto Freitas (PL)

Rodolfo Ganem (Podemos)

Rogério Marques (Agir)

Silvano Júnior (Republicanos)

Toninho Corredor (Agir)

Silêncio e Contradição

A Mesa Diretora da Casa já defendeu a medida alegando que o valor está dentro da dotação orçamentária do Legislativo. No entanto, tal justificativa ignora a origem real dos recursos: o Legislativo é custeado por repasses do orçamento da Prefeitura. Na prática, o dinheiro que pagará os novos assessores tem uma única fonte: os impostos pagos pela população.

Ao tratar o orçamento da Câmara como algo isolado, os vereadores ignoram que cada real gasto em assessoria é um real que deixa de retornar ao cidadão em serviços básicos. Mais grave ainda: esse redirecionamento de impostos foi decidido sem que o povo, o verdadeiro “dono” do dinheiro, fosse ouvido.

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