Mulher que retornou da República Democrática do Congo teve dois testes negativos para o vírus Ebola
Quem vai ao supermercado ou a feira já percebeu que as coisas estão mais caras.
Verduras e hortaliças mais caras
Mulher que retornou da República Democrática do Congo teve dois testes negativos para o vírus Ebola
Alimentação puxou a alta no mês, com destaque para os aumentos da batata, cebola e feijão
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Medida será aplicada entre 19h e 21h deste sábado (13), durante a partida entre Brasil e Marrocos pela Copa do Mundo de 2026
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Quem vai ao supermercado ou a feira já percebeu que as coisas estão mais caras. As mudanças no tempo nas últimas semanas não estão afetando somente os reservatórios da região. Com o frio intenso e a falta de chuvas, os alimentos, principalmente os legumes e hortaliças, já estão mais caras.
A salada do almoço por exemplo, ficou bem mais salgada. Aliás, o setor de verduras teve forte alta de 13,88%. Entre as hortaliças as maiores altas estão nas alfaces. A americana subiu 48,7%. Já as crespa e lisa aumentaram 39%.
Seja na feira ou no mercado, não importa, de modo geral o consumidor está pagando mais caro. No setor de legumes a maior alta foi da abobrinha italiana com 156% de aumento. Pimentão verde teve 108,1%, a abobrinha brasileira 89,5.
Já o setor de frutas teve alta de 8,56%, em média. Entre os principais aumentos estão: cajú: alta de 36,9%, mamão formosa 29%, banana nanica 28% os dados foram divulgados pela CEAGESP, e são relativos ao índice de preços do mês de julho.
Em compensação alguns produtos estão mais baratos, o alho por exemplo diminuiu 15%, já a cebola está 25% mais barata. A receita para combater o preço alto já é conhecida, é preciso pesquisar os preços.
https://youtu.be/pj96vFKTTa4
Alimentação puxou a alta no mês, com destaque para os aumentos da batata, cebola e feijão
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Além da paixão pelo futebol, a expectativa é de que o torneio gere reflexos positivos para o comércio, a rede hoteleira e o setor de serviços.
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