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Uma operação conjunta da Gerência Regional do Trabalho de Sorocaba, do Ministério Público do Trabalho e da Polícia Federal resgatou nove trabalhadores de condições análogas à escravidão em uma propriedade em Salto de Pirapora. Ao todo eram oito homens e uma mulher. Os homens faziam corte de eucalipto como operadores de motosserra, sem terem recebido […]
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Uma operação conjunta da Gerência Regional do Trabalho de Sorocaba, do Ministério Público do Trabalho e da Polícia Federal resgatou nove trabalhadores de condições análogas à escravidão em uma propriedade em Salto de Pirapora.
Ao todo eram oito homens e uma mulher. Os homens faziam corte de eucalipto como operadores de motosserra, sem terem recebido treinamento para isso, e a mulher foi contratada para cozinhar para eles.
Todos estavam sem registro em carteira de trabalho e foram abrigados em alojamentos na própria fazenda, em péssimas condições de higiene e de conforto. Os trabalhadores alegaram que o contratante não cumpriu as promessas de pagamento e condições de trabalho ofertadas.
Uma parte deles é da região de Salto de Pirapora, e a outra migrou da região nordeste do país para trabalhar na extração da madeira.
Os proprietários da fazenda e o comprador da madeira foram responsabilizados pelas condições de trabalho análogas à escravidão. O documento prevê o pagamento das verbas rescisórias, além dos salários que não haviam sido pagos e uma indenização por dano moral no valor de R$ 5 mil para cada trabalhador. Como forma de reparar os danos morais coletivos, os signatários destinarão R$ 20 mil para o Centro de Apoio e Pastoral do Migrante.
O complexo assistencial chamado “Espaço Vida” surgiu como um elo entre o hospital e o lar.
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