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Ação cumpriu mandados em quatro estados e mira esquema que utilizava acessos clandestinos para retirar 68 veículos de empresa de locação
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A Polícia Civil do Ceará colocou Sorocaba entre os alvos da Operação Checkout, iniciada nesta quarta-feira (10), para desarticular um grupo que praticou fraudes cibernéticas e subtraiu dezenas de veículos de uma empresa nacional de locação. A ação ocorre por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos e conta com o apoio do Ciberlab do Ministério da Justiça, da Polícia Civil de São Paulo e da Polícia Civil do Tocantins.
As equipes cumprem 17 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva. A investigação identificou um esquema estruturado que utilizou credenciais corporativas obtidas de forma fraudulenta para acessar a plataforma de reservas da empresa vítima. Com esse acesso clandestino, o grupo realizou locações irregulares que permitiram a retirada de 68 veículos.
Os investigadores também identificaram a revenda dos automóveis por redes sociais, aplicativos de mensagens e até na dark web. Depois da revenda, os veículos seguiram para outras práticas criminosas, como desmanche ou envio para países vizinhos.
Para cumprir os mandados de forma simultânea, a Polícia Civil mobilizou equipes em Fortaleza, Eusébio, São Paulo e Palmas. O apoio das Polícias Civis de São Paulo e do Tocantins garantiu a execução das medidas nesses estados, incluindo 12 buscas em São Paulo e três no Tocantins. Em Sorocaba, a Deic cumpriu dois mandados de busca e apreendeu diversos dispositivos eletrônicos.
Além dos mandados, a Justiça determinou outras medidas cautelares, como quebra de sigilo telemático e telefônico, bloqueio de veículos e bloqueio judicial de R$ 3 milhões de cada investigado.
Os suspeitos respondem por organização criminosa, invasão de dispositivo eletrônico, falsidade ideológica e furto qualificado por meio eletrônico. Eles também podem responder por lavagem de dinheiro. As penas podem superar 35 anos de prisão, além de multa. A investigação continua para identificar e responsabilizar todos os envolvidos.
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Uma testemunha relatou ter visto o suspeito carregando o animal no colo e, minutos depois, retornando sem o cão e com a camisa suja de sangue.
Obra foi feita em azulejaria impressa experiência pelo toque e pela escuta aos deficientes visuais
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