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O homem apontado como segundo envolvido no latrocínio que vitimou a jovem sorocabana Beatriz Sorrilha Munhos, no bairro de Sapopemba, zona leste de São Paulo, foi transferido para a capital paulista na manhã desta quinta-feira (20), acompanhado por agentes da 8ª CERCO. Ele foi preso na última terça-feira (18) no povoado de Areião, em Mirante, na Bahia. O suspeito permanecerá na carceragem do 8º Distrito Policial, onde será ouvido formalmente e, posteriormente, indiciado. As diligências continuam para localizar e prender o último envolvido no crime.
A prisão ocorre dias após a detenção do primeiro suspeito, na tarde de segunda-feira (3). Trata-se de um jovem de 18 anos, que já possuía passagens por furto, receptação de veículo e adulteração de chassi. Ele foi localizado na região de Sapopemba, próximo ao local onde o crime ocorreu. O delegado responsável pelo caso, Valter Abreu, da 8ª Seccional de São Paulo, informou na ocasião que outros envolvidos estavam sendo identificados pela polícia.
Relembre o caso
O crime ocorreu na noite de sábado (1º), quando Beatriz estava acompanhada do pai e do namorado. O grupo aguardava um suposto comprador de um drone quando foi abordado por dois criminosos em uma motocicleta escura e sem placa, que anunciaram o assalto.
As câmeras de segurança registraram toda a ação. O pai da jovem teve o celular roubado. Beatriz utilizou um spray de pimenta para tentar se defender, mas os criminosos reagiram com um disparo de arma de fogo, que a atingiu na cabeça. Ela foi socorrida ao Hospital Estadual de Sapopemba, mas não resistiu aos ferimentos.
Durante a fuga, os suspeitos abandonaram uma bolsa térmica semelhante às usadas por entregadores. Uma motocicleta com as mesmas características da utilizada no crime foi encontrada posteriormente por policiais militares e encaminhada para perícia.
No domingo (2), o pai da jovem publicou um vídeo emocionado nas redes sociais lamentando a morte da filha. Ele afirmou que entregaram tudo o que os assaltantes pediram, “mas, mesmo assim, eles deram um tiro na cabeça dela”. No desabafo, cobrou respostas do governo e reforçou o apelo por mais segurança pública: “Isso não pode acontecer novamente com as pessoas. Um pai, uma mãe, um irmão não merecem passar por isso”.
O caso foi registrado como roubo e latrocínio pelo 69º Distrito Policial (Teotônio Vilela).
O corpo de Beatriz foi sepultado na tarde de segunda-feira (3) no Cemitério da Consolação, em Sorocaba.
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