Suspeito é o ex-companheiro, que teria premeditado o crime há meses
Encontro reuniu sindicato, forças de segurança e Prefeitura após agressão a motorista; GCM fará plantão em terminais e botão do pânico será implantado.
Imagem: Divulgação/Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba e Região
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Representantes do Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba e Região, da Polícia Militar, da Guarda Civil Municipal (GCM), da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) e da Urbes se reuniram no fim da tarde desta segunda-feira (9) para discutir medidas de segurança no transporte coletivo de Sorocaba. A reunião aconteceu após uma paralisação realizada pelos motoristas.
Segundo o Sindicato, a GCM informou que vai realizar plantão nos terminais São Paulo e Santo Antônio nos horários das 17h às 24h e das 4h às 8h. Nos períodos em que a GCM não estiver presente, a Polícia Militar fará rondas nos terminais para prestar atendimento e reforçar a segurança no transporte público.
Durante o encontro, a Semob também anunciou que, nos próximos meses, será implantado um botão do pânico para os trabalhadores dos transportes, conectado diretamente com a Guarda Civil Municipal. Outra definição da reunião foi a realização de um novo encontro na próxima segunda-feira (16), quando a Prefeitura deverá apresentar o cronograma de reposição da frota de ônibus que foi retirada do sistema.
Motoristas do transporte coletivo de Sorocaba realizaram uma paralisação nesta segunda-feira (9). O protesto ocorreu porque a categoria cobra mais segurança no trabalho e a prisão de um agressor.
A mobilização começou após um motorista da linha 65 (Campolim) sofrer agressão no sábado (7). Na ocasião, um homem tentou embarcar no ônibus sem pagar a passagem. Como o condutor impediu a entrada, o suspeito danificou o veículo e iniciou uma luta corporal com o motorista, que ficou ferido.
Durante a paralisação, terminais da cidade registraram passageiros aguardando a retomada do serviço. Mesmo assim, o movimento terminou às 16h e, em seguida, os ônibus voltaram a circular normalmente.
Por outro lado, a Prefeitura de Sorocaba informou que considera a paralisação ilegal e que pretende adotar providências legais. Além disso, a administração municipal afirmou que não recebeu aviso prévio sobre a manifestação.
Enquanto isso, a Urbes – Trânsito e Transportes acompanhou o caso junto ao sindicato da categoria e às empresas do transporte coletivo para reduzir os impactos à população.
A Polícia Militar atendeu a ocorrência no dia da agressão e tentou identificar o suspeito, que fugiu após o ataque. Agora, o caso deve seguir sob investigação.
Os trabalhadores, representados pelo Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba e Região, exigem a permanência constante de viaturas da GCM (Guarda Civil Municipal) nos terminais São Paulo e Santo Antônio.
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