A iniciativa leva textos para espaços urbanos e aproxima a literatura do dia a dia das pessoas.
Uma operação conjunta cumpriu mandados de busca e apreensão em empresas suspeitas de serem fantasmas e com participação em esquemas de sonegação de impostos. A ação foi realizada em Sorocaba e Jundiaí (SP) e outras 15 cidades do estado, nesta quinta-feira (9).
A iniciativa leva textos para espaços urbanos e aproxima a literatura do dia a dia das pessoas.
A iniciativa é do Rotary Club, em parceria com grupos de escoteiros. O objetivo é incentivar a consciência ambiental desde cedo.
A entrega pode ser feita diretamente por meio do site da Receita Federal ou pelo aplicativo Meu IRPF.
Estrutura do Rio Mombaça havia sido danificada na quinta-feira (19)
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Uma operação conjunta cumpriu mandados de busca e apreensão em empresas suspeitas de serem fantasmas e com participação em esquemas de sonegação de impostos. A ação foi realizada em Sorocaba e Jundiaí (SP) e outras 15 cidades do estado, nesta quinta-feira (9).
A operação foi realizada pela Receita Federal, em conjunto com Polícia Civil e Militar, Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime (Gaeco) e tem como objetivo desarticular fraude fiscal em empresas do ramo de metais, suspeitas de formarem um esquema de sonegação de impostos de mais de R$ 2 bilhões.
Além de Sorocaba e Jundiaí, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Santo André, São Caetano, Mauá, Guarulhos, Mogi das Cruzes, Campinas, Sumaré, Espirito Santo do Pinhal, Indaiatuba, Bertioga, Orlândia, Ribeirão Preto, Jambeiro e Joinville (SC).
As investigações começaram no ano passado, quando foram detectadas fraudes na criação de empresas, que serviriam para emissão de notas fiscais frias. No total, a operação identificou 113 empresas fantasmas.
Os suspeitos atuavam em três fases para emissão das notas ficais fraudulentas:
A primeira fase do esquema, montava uma rede de empresas fantasmas, localizadas no estado de São Paulo e criadas apenas para emissão de notas fiscais, simulando operações de compra e venda de produtos de cobre e sucata.
A segunda fase, é composta por empresas fornecedoras de produtos de cobre, localizadas principalmente no estado de Santa Catarina.
Já a terceira e última fase, era formada por clientes do esquema, onde empresas do setor de cobre no Estado de São Paulo, utilizavam notas fiscais fraudulentas para sonegar tributos federais e estaduais.
A investigação agora trabalha para identificar pessoas envolvidas no crime.
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