Evento reuniu 60 pilotos e convidados especiais em apresentações que encantaram o público com manobras aéreas e histórias de família
Aumento anual autorizado pelo governo varia conforme o tipo de remédio e concorrência no mercado
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Entre as principais reclamações estão a falta de entrega ou atraso dos produtos, além de casos de venda enganosa ou recebimento de mercadorias diferentes das solicitadas
Em Sorocaba, os tradicionais tapetes foram montados por fiéis das Paróquias São José Operário e Sagrado Coração de Jesus
Caravanas de Sorocaba, Jundiaí, Boituva e de diversas outras cidades do interior paulista participam do evento
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Os preços dos medicamentos em todo o Brasil começam a subir a partir desta terça-feira, 1º de abril. O reajuste anual foi definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e estabelece um limite máximo de aumento que pode chegar a 3,81%, dependendo do tipo de produto.
Os percentuais variam de acordo com o nível de concorrência no mercado. Medicamentos com maior concorrência podem ter aumento de até 3,81%. Já os produtos com concorrência intermediária têm limite de 2,47%. No caso dos remédios com menor competição, o reajuste máximo é de 1,13%.
Na média, o aumento deve ficar em torno de 1,95%, índice considerado um dos menores dos últimos anos e abaixo da inflação acumulada no período.
A regra faz parte de uma política nacional que determina a atualização dos preços uma vez por ano. O cálculo leva em conta a inflação medida pelo IPCA, além de fatores como produtividade da indústria farmacêutica e nível de concorrência entre os medicamentos.
Apesar da autorização, as empresas não são obrigadas a aplicar o reajuste integral. Cada laboratório decide se repassa o aumento total ou parcial, o que pode fazer com que os preços variem entre farmácias e regiões.
O reajuste afeta milhares de medicamentos disponíveis no mercado e tende a impactar principalmente quem faz uso contínuo de remédios. Mesmo antes do início oficial, consumidores já relatam preocupação com o impacto no orçamento familiar.
Especialistas orientam que pacientes fiquem atentos aos preços e, sempre que possível, pesquisem valores antes da compra. Outra recomendação é manter o tratamento em dia e evitar a interrupção por causa do custo dos medicamentos.
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