Atividades comemorativas serão realizadas na terça, dia 21
No dia 29 de dezembro, após uma forte chuva, o desmoronamento de um barranco comprometeu a estrutura da passagem, que foi bloqueada por questões de segurança.
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Os moradores da Vila Martins, em Salto (SP), enfrentam transtornos desde que a principal ponte de acesso ao bairro foi interditada. No dia 29 de dezembro, após uma forte chuva, o desmoronamento de um barranco comprometeu a estrutura da passagem, que foi bloqueada por questões de segurança.
Para Angélica Regina Floriano dos Santos, diarista e mãe de duas crianças, a interdição trouxe desafios diários. Com uma filha de dois anos, que frequenta a creche, e um filho de oito anos, que vai à escola, ela precisa enfrentar 20 minutos de caminhada para levá-los até a unidade de ensino.
A situação também levou moradores a arriscarem a travessia pela ponte interditada. Adriano Garcia, vice-presidente da associação do bairro, admite que continua passando pelo local, mesmo sabendo dos riscos. Ele utiliza uma moto para se deslocar.
Obras devem começar em fevereiro
O secretário de Obras de Salto, João de Conti Neto, afirmou que o processo licitatório para a reforma da ponte já foi iniciado. A previsão é que as obras comecem na primeira quinzena de fevereiro e sejam concluídas em seis meses.
O secretário também revelou que o problema é antigo. Um laudo realizado em 2022 já havia identificado a necessidade de reparos na estrutura.
Enquanto aguardam a reconstrução da ponte, os moradores têm duas alternativas para acessar o bairro: um caminho mais longo pela Rodovia do Açúcar ou uma estrada municipal de terra.
Outra ponte apresenta problemas estruturais
Após a interdição da ponte da Vila Martins, a prefeitura realizou uma inspeção em outras passagens da cidade e identificou um novo problema estrutural na Ponte da Rodoviária. Uma erosão expôs a estrutura de sustentação, tornando a estrutura insegura para o tráfego.
A reforma desta segunda ponte deve começar simultaneamente à da Vila Martins, mas será concluída antes. Enquanto aguardam a execução das obras, os moradores continuam se arriscando para manter a rotina diária.
Segundo a Defesa Civil, foram contabilizadas 98 residências atingidas e 603 pessoas desalojadas no bairro Paruru
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