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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (22), a Operação Sem Lastro, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso suspeito de fabricar e comercializar cédulas falsas em diversas regiões do país.
Segundo as investigações, dois moradores da Baixada Santista teriam montado um laboratório clandestino para a produção das notas. O material era vendido pela internet e distribuído para todo o Brasil por meio do serviço postal dos Correios.
Durante as apurações, agentes da Polícia Federal apreenderam mais de 20 encomendas contendo dinheiro falsificado, supostamente enviadas pelos investigados. Nesta fase da operação, estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara Federal de Jundiaí, contra suspeitos que residem nas cidades de Santos e Praia Grande, no litoral paulista.
A corporação alerta que a comercialização de cédulas falsas pela internet tem aumentado. A Polícia Federal destaca ainda que não apenas os fabricantes, mas também os compradores desse tipo de material podem responder pelo crime de moeda falsa, previsto no artigo 289 do Código Penal, cuja pena pode chegar a até 12 anos de prisão. A Polícia Federal informou que a competência da Justiça Federal de Jundiaí se deve ao fato de a investigação ter sido instaurada na região, onde ocorreram atos relevantes, especialmente relacionados à interceptação das encomendas.
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