17 vereadores não assinaram pedido para abertura de CPI para investigar contratos da Saúde em Sorocaba; confira quais foram

Política, Sorocaba | 0 Comentários

TV Sorocaba

11 de novembro de 2025

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A proposta precisa de nove assinaturas, mas até o momento conta com apenas sete

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O pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar contratos da Saúde em Sorocaba ainda não conseguiu as assinaturas necessárias para avançar na Câmara Municipal. A proposta precisa de nove apoios, mas até o momento conta com apenas sete.

Não assinaram o documento os vereadores:

Alexandre da Horta (Solidariedade)
Caio Oliveira (Republicanos)
Cícero João (Agir)
Cláudio Sorocaba (PSD)
Cristiano Passos (Republicanos)
Fabio Simoa (Republicanos)
Fausto Peres (Podemos)
Fernardi Dini (Partido Progressista)
Ítalo Moreira (União)
João Donizeti (União)
Jussara Fernandes (Republicanos)
Pr. Luís Santos (Republicanos)
Rafael Militão (Republicanos)
Rodolfo Ganem (Podemos)
Rogério Marques (Agir)
Silvano Júnior (Republicanos)
Toninho Corredor (Agir)

Durante a sessão desta terça-feira (11), o assunto voltou a ser discutido, mas a situação permanece sem mudanças. O pedido de investigação busca apurar possíveis irregularidades em contratos da Secretaria de Saúde.

Alguns vereadores justificaram a decisão de não assinar o documento alegando que o caso já está sendo investigado por outros órgãos. Entre eles, o vereador Ítalo Moreira afirmou que existe um inquérito em andamento, em fase adiantada, conduzido pela Polícia Federal, o que tornaria desnecessária uma nova apuração no âmbito do Legislativo. O vereador Fausto Peres emitiu um posicionamento semelhante.

O vereador Fernando Dini destacou que as investigações sobre o caso estão em curso desde 2021 pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal. Para ele, uma CPI municipal só seria efetiva se surgissem novos fatos.

A vereadora Jussara Fernandes optou por não se posicionar oficialmente sobre o assunto.

As direções e bancadas municipais dos partidos Republicanos, Agir, PSD, Podemos, MDB, Solidariedade e União Brasil decidiram, por consenso, não apoiar a abertura da CPI neste momento. Em nota, os partidos afirmaram que duplicar procedimentos investigativos na Câmara poderia prejudicar o andamento das apurações oficiais e transformar a CPI em um “palanque político”.

Eles também ressaltaram que o caso envolvendo o prefeito Rodrigo Manga já está sob investigação da Polícia Federal e sob análise da Justiça Federal. Após a conclusão dessas investigações, as bancadas informaram que reavaliarão a necessidade de instaurar uma CPI caso restem pontos específicos do município a serem esclarecidos.

Enquanto isso, o pedido segue aguardando duas novas assinaturas para ser protocolado oficialmente.

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