Motociclista chegou a ser socorrido em estado grave após atingir a traseira de um caminhão na Rodovia Antônio Romano Schincariol, mas não resistiu aos ferimentos.
Moradores de um condomínio no bairro Aparecidinha, em Sorocaba, alegam estar sofrendo com a falta de luz e de água, que vem de poços artesianos. São cerca de 50 pessoas afetadas.
Motociclista chegou a ser socorrido em estado grave após atingir a traseira de um caminhão na Rodovia Antônio Romano Schincariol, mas não resistiu aos ferimentos.
Suspeito é o ex-companheiro, que teria premeditado o crime há meses
Trecho pode apresentar lentidão durante as obras
Suspeito possuía antecedentes criminais por homicídio e roubo
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Moradores de um condomínio no bairro Aparecidinha, em Sorocaba, alegam estar sofrendo com a falta de luz e de água, que vem de poços artesianos. São cerca de 50 pessoas afetadas.
A dona de casa, Marildete Martins Silva, tem o contrato do lote que adquiriu no local em 2014. Na época, ela foi informada que a energia elétrica seria regularizada, mas isso não aconteceu. O mesmo foi prometido para outros moradores. Desde estão, eles seguem na luta com a concessionária de energia e o dono do loteamento. Os relatos são de que, há cerca de 8 anos, um poste foi instalado em frente ao condomínio. Mas a estrutura que garantia a energia foi desativada nesta semana.
Cerca de 50 propriedades estão sem luz e as pessoas não podem usar os eletrodomésticos. Além disso, a falta de energia impede o funcionamento de uma bomba para retirar água do poço artesiano. Assim, os moradores também estão sem o recurso nas residências.
A indignação deles fica maior porque algumas residências do condomínio têm o fornecimento regularizado e recebem o boleto para pagamento.
Os moradores aqui do condomínio dizem que já estão cansados de cobrar uma solução da concessionária de energia e que gostariam de uma orientação do que eles devem fazer para regularizar a energia e pagar pelo serviço que há anos não tem acesso.
Por meio de nota, a CPFL Piratininga, concessionária responsável pela distribuição de energia, informou que identificou ligações clandestinas no local mencionado.
Técnicos da companhia, acompanhados pela Polícia Militar, atuaram para regularizar a situação e garantir a segurança da população. E que as investigações vão ser conduzidas pelas autoridades policiais.
A nota lembra ainda que fraudar ou furtar energia são crimes previstos no código penal, com pena que varia de um a quatro anos de detenção.
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