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Maria Aparecida, atendida por Fernando Guerrero na Santa Casa de Sorocaba, esperou mais de uma década por justiça e teve ação judicial negada por falta de provas
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Maria Aparecida, manicure de 28 anos, foi mais uma vítima do falso médico que atuou com diploma falso e CRM de outro profissional na Santa Casa de Sorocaba, entre 2011 e 2012. Mesmo após denunciar o caso e apresentar documentos à Justiça, ela perdeu o processo movido contra o hospital, sob a justificativa de falta de provas.
A história começou em janeiro de 2012, quando Maria, então com 15 anos, deu à luz sua filha. Após o parto, ela apresentou sintomas como febre alta e dificuldade para respirar. Procurou atendimento médico e foi atendida por Fernando Henrique Guerrero, que se passava por médico dentro da unidade. Mesmo após seguir as orientações e medicações prescritas, seu estado de saúde não melhorou. Em um retorno fora da data agendada, outro médico identificou um quadro de tuberculose em estágio avançado. A jovem procurou a polícia e registrou um boletim de ocorrência.
Maria reconheceu o falso médico após vê-lo em uma reportagem que relatava a morte de pacientes atendidos por ele. A Justiça, no entanto, não acatou seu processo contra a Santa Casa por ausência de prontuários e imagens de segurança. Segundo a vítima, esses registros teriam sido apagados pela antiga administração. Ela apresentou receitas assinadas por Fernando Guerrero, mas isso não foi considerado suficiente como prova judicial.
Fernando Guerrero, de 43 anos, usava o registro de um professor da faculdade de medicina onde estudou, mas sem concluir o curso. Ele chegou a ser preso por homicídio, exercício ilegal da medicina e falsidade ideológica. Após cumprir dois anos de pena, foi libertado com medidas alternativas. Neste ano, tentou encerrar o processo com um atestado de óbito falso, mas foi preso novamente após se apresentar à polícia.
Para Maria, a prisão representa um alívio, mas também traz à tona a indignação. “É um sentimento confuso. Fico aliviada por ele finalmente estar preso, mas ao mesmo tempo indignada por tudo o que aconteceu e por tantas vítimas terem sofrido por tanto tempo”, desabafa.
A Santa Casa de Sorocaba informou ´por nota que o processo foi julgado totalmente improcedente, após o devido processo legal e respeitado os princípios da ampla defesa e contraditório, inclusive, sendo analisado o prontuário médico da paciente.
Por fim, a Irmandade ressalta que todos os fatos que envolvem o Sr. Fernando remontam ao ano de 2012, período em que a administração e a gestão do hospital estavam sob a responsabilidade de outra diretoria, sem qualquer relação com a composição atual.
Já a defesa de Fernando enviu uma nota dizendo que a prisão preventiva se mostra desnecessária e desproporcional, razão pela qual já está a requerer a substituição por medidas cautelares alternativas.
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