Casos ocorreram em circunstâncias parecidas, sendo dois deles registrados na cidade de Angatuba
O esquema investigado usava organizações sociais para desviar recursos públicos da saúde em diversos municípios paulistas.
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Suspeito tentou fugir a pé após abandonar motocicleta furtada, mas foi localizado com auxílio de monitoramento aéreo
Homem foi reanimado por policiais militares antes da chegada do SAMU e levado ao hospital
Ele foi detido por testemunhas na avenida Comendador Antônio Carbonari e levado à delegacia
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A 3ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou, nesta terça-feira (21), as condenações de oito dos envolvidos na Operação Raio X, desdobramento de uma investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO). As penas variam de 17 a 88 anos de prisão, com base em crimes como organização criminosa, peculato e corrupção ativa.
Os réus, que atuaram em fraudes envolvendo contratos de saúde, também terão que indenizar o município de Penápolis em valores que somam quase R$ 4 milhões.
O esquema investigado usava organizações sociais para desviar recursos públicos da saúde em diversos municípios paulistas. A fraude se dava por meio de superfaturamentos, serviços não prestados e emissão de notas fiscais falsas. A investigação, que incluiu interceptações telefônicas e auditorias do Tribunal de Contas do Estado e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, revelou o envolvimento de vários agentes públicos e empresários. Além das penas de prisão, a sentença também decretou a perda de bens, incluindo um imóvel, dois veículos e depósitos no valor de R$ 220 mil. A operação Raio X, deflagrada em setembro de 2020, resultou em prisões e apreensões em diversos estados do Brasil, incluindo São Paulo, Paraná, Pará e Minas Gerais.
Suspeito tentou fugir a pé após abandonar motocicleta furtada, mas foi localizado com auxílio de monitoramento aéreo
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