Idosa foi encontrada desacordada com ferimentos graves na cabeça; suspeito, que já tinha medida protetiva, foi preso em flagrante.
Equipes de saúde reforçam ações em bairros da cidade e utilizam estratégia que espalha larvicida a partir do próprio mosquito
Foto: divulgação Prefeitura de Jundiaí
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Equipes de saúde intensificaram o combate à dengue em Jundiaí e ampliaram o uso de armadilhas para reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. A cidade conta atualmente com 539 Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDL), instaladas em diferentes bairros.
Nesta semana, agentes da Vigilância em Saúde Ambiental (VISAM) realizaram novas visitas de monitoramento no bairro Ivoturucaia, onde verificaram o funcionamento das armadilhas e fizeram a manutenção dos equipamentos.
As EDL funcionam como armadilhas que utilizam o próprio comportamento do mosquito para espalhar o larvicida. Os recipientes contêm água, tecido preto e um produto em pó que atrai as fêmeas do Aedes aegypti. Quando o mosquito pousa na estação, o larvicida adere ao corpo do inseto. Ao procurar outros locais para colocar ovos, ele acaba levando o produto para outros criadouros.
Segundo o coordenador da VISAM, o médico-veterinário Luis Gustavo Grijota Nascimento, a estratégia interrompe o desenvolvimento do mosquito ainda na fase inicial. “O objetivo das EDL é utilizar o próprio comportamento do mosquito para espalhar o larvicida. A fêmea pousa na armadilha, o produto adere ao corpo dela e, ao visitar outros criadouros, ela leva esse larvicida para a água. Assim, os ovos até podem eclodir, mas as larvas não se desenvolvem”, explica.
Uma das armadilhas instaladas no Ivoturucaia fica na casa da moradora Sebastiana de Oliveira Santos. Ela considera a iniciativa importante para reduzir a presença do mosquito no bairro. “Essa iniciativa é importante para controlar o mosquito da dengue. Com este produto, já dá pra proteger a vizinhança”, afirmou.
O Ministério da Saúde incluiu as EDL no Plano de Ação para Redução da Dengue e outras Arboviroses. Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) desenvolveram e testaram a metodologia, que hoje auxilia ações de controle do mosquito em várias regiões do país.
Jundiaí iniciou o uso das armadilhas em um projeto piloto e depois ampliou a estratégia. Atualmente, equipes mantêm equipamentos em quatro bairros da cidade: Ivoturucaia, Novo Horizonte, Tamoio e Santa Gertrudes. Os agentes visitam os locais pelo menos uma vez por mês para verificar o nível da água e substituir o sachê com larvicida.
Mesmo com o uso das armadilhas, especialistas alertam que a população precisa eliminar recipientes que acumulam água dentro das residências. Segundo o coordenador da VISAM, a maioria dos criadouros do mosquito permanece dentro dos imóveis.
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