Ocorrências envolvem agressão, roubo e estupro de vulnerável; suspeitos foram presos em flagrante.
Anualmente, cerca de 17 mil novos casos são diagnosticados no país.
Ocorrências envolvem agressão, roubo e estupro de vulnerável; suspeitos foram presos em flagrante.
O caso está sob investigação policial; a criança tem autismo, TDAH e deficiência intelectual, e será ouvida em escuta especializada
Velório ocorreu nesta quinta-feira (9), no Jardim Simus, enquanto a família aguarda justiça pela morte de Alexandre.
Adolescente de 17 anos, desaparecida desde o dia 28, foi encontrada morta em área de mata em Jundiaí; caso segue sob investigação.
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Neste mês, a campanha “Janeiro Verde” reforça a importância da vacina contra o HPV, que ajuda a prevenir o câncer do colo do útero.
A doença costuma ser silenciosa. E é exatamente aí que está o problema: quando muitas mulheres descobrem, já está avançada. Este é o câncer do colo do útero, que pode ser causado por um vírus sexualmente transmissível: o papilomavírus humano, mais conhecido como HPV.
Segundo a Sociedade Brasileira de Oncologia, o câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer mais comum no Brasil. Anualmente, cerca de 17 mil novos casos são diagnosticados no país.
Para conscientizar a população sobre a doença, foi criada a campanha “Janeiro Verde”. A ação tem como principal objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância da vacinação, que está disponível nas Unidades Básicas de Saúde para a faixa etária de 9 a 14 anos. Desde 2024, apenas uma dose é aplicada. Mesmo assim, muitos deixam de se proteger.
A cobertura vacinal no município para essa faixa etária é de 76%. A procura menor é a de crianças de 9 anos. Às vezes, os pais têm medo dos efeitos adversos. É importante orientar sobre a vacina e iniciar antes que o adolescente comece a vida sexual.
O imunizante também está disponível para os meninos. Afinal, o HPV pode ser porta de entrada para inúmeras doenças. Alguns cuidados podem ser tomados para evitar o contato com o vírus HPV. No caso das mulheres, além da vacinação, o acompanhamento ginecológico é indispensável, especialmente na fase adulta.

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