Casos ocorreram em circunstâncias parecidas, sendo dois deles registrados na cidade de Angatuba
A vítima era um homem de 39 anos que tinha doenças pré-existentes. A morte foi em 21 de agosto
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A cidade de Itapetininga registrou a primeira morte por H1N1 em 2024. A vítima, um homem de 39 anos com comorbidades, estava internada no Hospital Leo Orsi e faleceu no dia 21 de agosto, mas a confirmação da causa da morte foi divulgada apenas nesta sexta-feira (28). O município já contabilizou sete casos da doença.
O H1N1, um subtipo do vírus influenza do tipo A, muitas vezes confundido com a gripe comum, é transmitido por tosse, espirros ou contato com secreções em ambientes como ônibus e hospitais. Os principais sintomas incluem febre, nariz entupido, dor de garganta, dor no peito e no corpo, e em casos graves, a doença pode evoluir para pneumonia e levar à morte.
Em Jundiaí, 116 pessoas foram internadas com H1N1 este ano, resultando em 11 óbitos, incluindo as variantes A e B. Em 2023, foram 33 internações e 12 mortes. Em Sorocaba, os números também são preocupantes, com 432 internações por H1N1 em 2024, um aumento em relação às 378 do ano anterior, além de nove óbitos registrados.
Para prevenir a infecção, é importante evitar contato próximo com pessoas infectadas, lavar as mãos regularmente, usar álcool em gel, manter uma alimentação saudável, e não compartilhar objetos pessoais como copos e toalhas.
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