Ação ocorreu nesta quarta-feira e deu continuidade às apurações sobre agiotagem na região
Dois irmãos influenciadores digitais, de Sorocaba, estão sendo investigados pelo Ministério Público do Estado de São Paulo por...
irmãos influenciadores
Ação ocorreu nesta quarta-feira e deu continuidade às apurações sobre agiotagem na região
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Dois irmãos influenciadores digitais, de Sorocaba, estão sendo investigados pelo Ministério Público do Estado de São Paulo por violações ao Estatuto da Criança e do Adolescente.
O órgão entrou neste caso porque um adolescente, de 13 anos, tem aparecido nos últimos vídeos divulgados pelos irmãos.
Segundo informações, esse adolescente não estaria indo para a escola. Além de estar sendo explorado pelos donos do canal, que incitam violência, conteúdos de sexualidade, que instigam beijos e relacionamentos entre adolescentes nos vídeos.
Agora, eles terão um prazo de 15 dias para apresentar a identificação das crianças que geralmente aparecem nos vídeos.
E também esclarecer se existe algum contrato com eles. Além disso, o MP recomendou que os responsáveis pelo canal retirem imediatamente os conteúdos que violam direitos da criança e do adolescente.
A Promotoria de Justiça ofereceu uma representação contra os pais do menino, podendo ocorrer a destituição do poder familiar, se for o caso.
A rede social também terá que prestar esclarecimentos por autorizar esses conteúdos
Assim, nossa equipe de jornalismo conseguiu contato com o pai dos irmãos, que confirmou a notificação do Ministério Público.
Contudo, por meio de nota, a empresa dos irmãos informou que “todas as condutas exercidas durante a produção de conteúdo digital são totalmente monitoradas e zelam pela proteção de menores de idade que venham a participar de algum vídeo.”
Reforçou ainda que “não existe qualquer tipo de exploração, seja trabalhista ou artística de pessoas vulneráveis, tendo em vista que as participações de crianças são esporádicas e sempre acompanhadas do maior responsável.”
A nota finaliza informando que os irmãos estão à disposição do Ministério Público para esclarecimentos e possíveis adequações.
https://youtu.be/D7iugpdOB10
Ação ocorreu nesta quarta-feira e deu continuidade às apurações sobre agiotagem na região
Na mira reajuste salarial e reestruturação de carreiras. Inicialmente R$ 161,5 milhões estão sendo liberados.
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O crime aconteceu em fevereiro de 2024.
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