Queda de temperatura e ar seco aumentam casos de gripe, alergias e problemas respiratórios no mês de março
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Nas redes sociais, Débora Cristina, de Sorocaba, sempre compartilhou a rotina como influenciadora: experimentava looks, posava com maquiagens e conquistava a atenção de mais de 30 mil seguidores. Mas, nos últimos meses, o conteúdo passou a refletir um novo capítulo de sua vida: o enfrentamento do lúpus, doença diagnosticada no auge da pandemia. O lúpus é uma doença autoimune, crônica e sem cura. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a condição afeta entre 150 mil e 300 mil pessoas no Brasil — a maioria, mulheres com idade entre 20 e 45 anos. Além disso, é considerada uma das principais causas de internação hospitalar entre as doenças reumáticas. O diagnóstico precoce é fundamental para garantir um tratamento adequado e pode resultar em uma melhor resposta clínica.
Apesar de não haver cura, é possível alcançar a remissão — ou seja, manter a doença sob controle. Para isso, o acompanhamento médico contínuo é essencial. O presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, destaca que a doença ataca o sistema de defesa do próprio corpo. Não se comporta como outras doenças e causa inflamações em vários órgãos e sistemas.
Débora é a prova de que o tratamento pode devolver qualidade de vida e esperança. Quando recebeu o diagnóstico, ouviu dos médicos que uma gravidez talvez não fosse possível. Mas, há um ano, contrariando todas as expectativas, nasceu Davi — cheio de saúde. A chegada dele deu novo sentido à vida e mais força para seguir em frente. Para marcar essa fase, Débora tatuou no braço o símbolo do lúpus — um lobo, em latim. Mesmo diante dos desafios, ela segue firme, mostrando que é possível encontrar luz nos momentos mais sombrios — e que, com fé e cuidado, há sempre espaço para recomeçar.
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Uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde, alguns anos atrás, apontou que cerca de 90% da população brasileira escova os dentes no máximo duas vezes ao dia.
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