A vereadora de Sorocaba, Iara Bernardi (PT), e o pastor Silas Malafaia reviveram uma antiga controvérsia, desta vez nas redes sociais. A parlamentar usou um vídeo para criticar o pastor, que em um podcast relembrou a disputa sobre o Projeto de Lei 122/2006, de autoria da vereadora (a época deputada federal), que visava proteger a comunidade LGBTQIA+.
Malafaia comentou que o projeto poderia criminalizar líderes religiosos por impedirem manifestações de afeto entre casais homossexuais em templos. Em resposta, a vereadora Iara o chamou de “boca suja” e questionou sua situação jurídica. Ela ressaltou a vitória da comunidade LGBTQIA+, que hoje conta com proteção legal contra discriminação, enquanto sugeriu que o pastor poderia ser preso por sua ligação com “golpistas”.
O Projeto de Lei
O Projeto de Lei 122, de 2006, foi uma das propostas mais debatidas no Congresso na última década. A medida pretendia criminalizar a discriminação contra pessoas LGBTQIA+, equiparando a homofobia e a transfobia ao crime de racismo. O texto, no entanto, enfrentou forte resistência e acabou arquivado em 2015. Mas, anos depois, parte da proposta foi reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, que decidiu enquadrar esses casos na lei do racismo.”
Entramos em contato com o pastor Silas Malafaia e aguardamos posicionamento.
Vídeo e repercussão
Ao postarmos o vídeo nas redes sociais da TV Sorocaba SBT, a vereadora Iara Bernardi deixou o seguinte comentário: “Malafaia espalhou tanta fake news para tentar derrubar meu projeto. Tivemos um debate sobre isso até no Programa do Ratinho. Mas no final, o STF reconheceu que LGBTfobia é crime. O que restou para o boca suja do Malafaia é ser um falso cristão, preconceituoso, e um traidor da pátria. Cadeia para golpistas!!!”.
Confira o vídeo:
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