Condenado por roubo, suspeito tentou escapar pelos telhados de residências, caiu durante a fuga e acabou recapturado pela Polícia Militar.
"Os estoques de sedativos variam de 5 a 7 dias! Se não houver abastecimento no período, todos os pacientes intubados morrerão! Pior, morrerão sofrendo muito!".
Hospitais da região de Sorocaba conseguem manter pacientes entubados por, no máximo, uma semana, diz deputado
Condenado por roubo, suspeito tentou escapar pelos telhados de residências, caiu durante a fuga e acabou recapturado pela Polícia Militar.
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“Os estoques de sedativos variam de 5 a 7 dias! Se não houver abastecimento no período, todos os pacientes intubados morrerão! Pior, morrerão sofrendo muito!”.
A afirmação é do deputado federal Doutor Vítor Lippi. Ele enviou mensagem ao presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira, nesse sábado, 20 de março. O deputado pede mobilização do Governo Federal e quer que o Congresso Nacional ajude a pressionar o Planalto para que a situação seja resolvida.
A afirmação de Lippi veio depois de consultas feitas por sua equipe em hospitais da região metropolitana de Sorocaba-SP. O deputado pediu a pesquisa depois de receber um ofício dos presidentes da Associação Paulista de Medicina (APM), José Luiz Gomes do Amaral e da Sociedade Médica de Sorocaba, Luís Cruells Vieira.
O ofício pede ajuda ao Congresso Nacional pra solucionar o problema. O documento diz “Vivemos escassez absoluta de recursos essenciais para o suporte ventilatório de pacientes graves acometidos de Covid-19, sejam tranquilizantes, hipnóticos, opióides ou bloqueadores neuromusculares.”
O documento diz também “Esta é a trágica realidade de Sorocaba e região, mas também o cenário sombrio de todos os hospitais públicos e privados do Estado de São Paulo.”
O deputado Doutor Vítor Lippi, que também é médico, diz que “Isto é tão trágico e sem precedentes que não conhecemos protocolos de como os médicos devem proceder com pacientes intubados sem sedativos! A situação é de emergência!”. Lippi acredita que outros países podem ajudar o Brasil, já que os medicamentos são baratos.
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