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Crime aconteceu em 2024 e chocou a cidade pela violência
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Foi condenado a 16 anos e 6 meses de prisão, o homem acusado de tentar matar a esposa usando uma marreta em Boituva. O regime inicial é fechado e o crime, tentativa de feminicídio. A decisão saiu no Tribunal do Júri nesta terça-feira (17) e marca o desfecho de um crime que chocou a cidade pela violência.
Na época, uma mulher de 52 anos sofreu várias agressões com golpes de marreta na cabeça durante a madrugada. Segundo a Guarda Civil Municipal, o filho da vítima abordou uma equipe em patrulhamento e contou que o ex-namorado da mãe cometeu o crime. Ele também disse que o suspeito fugiu logo depois das agressões.
O Samu socorreu a vítima e levou para o hospital, mas não houve atualização oficial sobre o estado de saúde dela.
Durante o julgamento, os jurados entenderam que o crime teve agravantes, como motivo torpe, uso de meio cruel e ação que dificultou a defesa da vítima. Eles também reconheceram que o caso se trata de violência contra a mulher, o que caracteriza feminicídio, mesmo que na forma de tentativa.
Na sentença, o juiz manteve a prisão do réu e destacou que os riscos que levaram à detenção continuam. A decisão segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal de que condenações do Tribunal do Júri podem começar a ser cumpridas imediatamente, mesmo com possibilidade de recurso.
Com isso, a Justiça determinou a prisão e o início imediato do cumprimento da pena.
O caso volta a chamar atenção para a gravidade da violência contra a mulher e para a atuação do Tribunal do Júri em crimes contra a vida, principalmente os que envolvem extrema violência.
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