Operação cumpriu mandados judiciais em dois bairros da cidade e recolheu entorpecentes, celulares e outros materiais
A arma utilizada foi identificada como uma pistola de ar comprimido, capaz de disparar pequenas bolinhas de aço.
Operação cumpriu mandados judiciais em dois bairros da cidade e recolheu entorpecentes, celulares e outros materiais
Vizinha acionou socorro após ouvir gritos de dor durante a noite; vítima recebeu atendimento médico e caso segue em investigação
Decisão aponta irregularidades no processo conduzido pela Câmara e encerra sequência de afastamentos e retornos ao cargo.
Apesar do alívio por todos terem saído em segurança, o prejuízo foi grande. Três casas da família foram afetadas pelas chamas.
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A Polícia Civil de Sorocaba encerrou uma investigação que começou em novembro do ano passado, após denúncias de que ônibus articulados do BRT estavam sendo alvo de disparos na região central da cidade. Motoristas e a empresa responsável pelos veículos perceberam os danos apenas após as viagens, como para-brisas perfurados por projéteis metálicos.
Diante das ocorrências, a polícia reforçou o patrulhamento e contou com o apoio da empresa para apurar os fatos. Durante a investigação, foi identificado que os disparos partiam de um prédio localizado na rua Araçoiaba. Policiais chegaram a circular em coletivos para monitorar a situação e, a partir do local de origem dos tiros, conseguiram chegar ao apartamento do suspeito.
No início deste ano, a proprietária do imóvel foi localizada e as investigações avançaram, apontando como autor dos disparos um jovem de 25 anos com histórico de distúrbios mentais. A mãe do suspeito colaborou ativamente com a polícia, acompanhando as buscas no apartamento.
A arma utilizada foi identificada como uma pistola de ar comprimido, capaz de disparar pequenas bolinhas de aço, o que explica os danos causados aos veículos. Inicialmente, o objeto não foi encontrado, mas, após buscas, a arma foi localizada no imóvel.
Durante o depoimento, o jovem afirmou ter adquirido a arma para caçar pombos, mas admitiu ter começado a atirar nos ônibus. Ele também tem um histórico de envolvimento com drogas no passado. Não há registro oficial de feridos, mas há relatos de uma pessoa atingida por estilhaços que não procurou as autoridades. O caso foi registrado como crime de periclitação da vida e da saúde, e o jovem foi ouvido e liberado. A polícia aguarda o resultado de perícias para determinar a capacidade da arma de causar lesões a longa distância e deve ouvir mais motoristas nos próximos dias. A investigação segue em andamento.
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