A Justiça de São Paulo negou o pedido para...
Os alvos dos criminosos eram principalmente idosos que moravam ou ficavam sozinhos.
A Justiça de São Paulo negou o pedido para...
O serviço de doação de sangue em Itapetininga...
Pacientes e funcionários relatam falta de refrigeração há 15 dias em área crítica da unidade
Enterro ocorreu na manhã desta terça-feira (18) após perícia não localizar a cabeça da vítima
Continua após anúncio
Criminosos que se passavam por funcionários de telefonia foram presos durante uma operação da Polícia Civil de Sorocaba nesta segunda-feira (20).
Os suspeitos foram levados para a Divisão Especializada de Investigações Criminais após uma operação policial que cumpriu mandados de busca, apreensão e prisão nas cidades de São Paulo, Santo André e Itu.
Durante a ação, foram apreendidos objetos furtados de residências e uniformes de uma empresa de telefonia, usados pelos criminosos para aplicar golpes. A investigação identificou, até o momento, quatro vítimas nas cidades de Sorocaba e Piedade, o que motivou o início das apurações.
Os alvos dos criminosos eram principalmente idosos que moravam ou ficavam sozinhos. Os golpistas se passavam por funcionários de uma empresa de telefonia e ofereciam falsos serviços para conseguir entrar nas casas das vítimas. Uma vez dentro das residências, eles usavam os celulares das pessoas para realizar transferências e ainda furtavam outros itens. De acordo com o delegado Rodrigo Ayres, titular da Deic de Sorocaba, o trabalho da polícia agora é aprofundar as investigações para descobrir se há mais envolvidos e novas vítimas.
Veja mais notícias no nosso Instagram.
Siga nosso canal para receber as notícias no seu WhatsApp.
Envie sugestão de reportagem pelo WhatsApp do Jornalismo.
Notícias recentes.
Enterro ocorreu na manhã desta terça-feira (18) após perícia não localizar a cabeça da vítima
Jovem de 22 anos teve morte cerebral confirmada e família autorizou doação que pode salvar vidas
Confusão entre vereadores durante sessão expõe tensão política após ocupação de imóvel.
Uma testemunha relatou ter visto o suspeito carregando o animal no colo e, minutos depois, retornando sem o cão e com a camisa suja de sangue.
Obra foi feita em azulejaria impressa experiência pelo toque e pela escuta aos deficientes visuais
Receba notícias no seu celular
0 comentários