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Até então, o número mais alto era o de 2023, quando 1.179 pacientes morreram pela doença durante todo o ano.
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O Brasil ultrapassou a marca de cinco mil mortes por dengue neste ano. São 5008 registros até esta quarta-feira (7). Maior número de óbitos registrado desde o início do monitoramento feito pelo Ministério da Saúde, em 2000. E outras 2.137 mortes estão sob investigação.
Até então, o número mais alto era o de 2023, quando 1.179 pacientes morreram pela doença durante todo o ano.
Em relação aos casos prováveis de dengue, o número já chega a 6.449.380 – o que significa que o coeficiente de incidência da doença, para cada 100 mil habitantes, é de 3176,1.
O estado de São Paulo foi o que mais teve casos no país, com 2.066.346. Em seguida aparecem Minas Gerais (1.697.908) e paraná (644.507).
Só em Sorocaba foram 41 mortes em 2024. Maior número registrado na última década.
Confira os números da série histórica:
2015: 55.182 casos – 37 óbitos
2016: 357 casos – 1 óbito
2017: 63 casos – 0 óbito
2018: 16 casos – 0 óbito
2019: 1.081 casos – 1 óbito
2020: 1.847 casos – 0 óbito
2021: 1.222 casos – 0 óbito
2022: 1.103 casos – 1 óbito
2023: 4.618 casos – 3 óbitos Já em Itapetininga, foram registradas 4 mortes neste ano. O município teve até aqui 4.941 casos de dengue, 02 de Chikungunya e nenhum caso de Zika.
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A medida, anunciada pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, deve alcançar cerca de 1,8 milhão de pessoas. O objetivo é ampliar a proteção dos grupos mais expostos e reforçar o combate à doença em todo o estado.
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