Iniciativa arrecada gelatinas para pacientes oncológicos e segue até 15 de maio de 2026 com pontos de coleta em unidades do Corpo de Bombeiros
Mulher não foi localizada em endereço informado; criança de 1 ano e 2 meses segue sob cuidados médicos.
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A Justiça decretou a prisão temporária da mulher suspeita de agredir um bebê de um ano e dois meses, em Sorocaba. A decisão foi tomada após representação da Polícia Civil, que conduz as investigações do caso.
De acordo com a corporação, equipes foram até o endereço da suspeita, mas o imóvel estava desocupado. Vizinhos relataram que a mulher não é vista no bairro há alguns dias. Com isso, ela passou a ser considerada procurada pela Justiça. As diligências continuam para tentar localizá-la.
O bebê deu entrada no Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) com quadro grave de traumatismo cranioencefálico, no dia 11 de abril. O caso é investigado como suspeita de maus-tratos.
Segundo o boletim de ocorrência, a mãe das crianças havia deixado os filhos sob os cuidados de uma babá entre os dias 6 e 11 de abril, no bairro Brigadeiro Tobias, enquanto estava em viagem.
Na manhã do dia 11, a cuidadora enviou uma foto das crianças tomando café. Horas depois, informou que o bebê havia desmaiado. Ele foi levado inicialmente ao pronto atendimento de Brigadeiro Tobias e, devido à gravidade, transferido ao CHS.
O relatório médico apontou que a criança chegou ao hospital com múltiplos hematomas pelo corpo e sinais compatíveis com traumatismo cranioencefálico grave. Exames identificaram sangramento intracraniano, sem fraturas no crânio ou na face.
Ainda conforme o documento, a dinâmica do ocorrido não estava esclarecida no momento da admissão. A avó informou que a mãe estava viajando e que o bebê havia permanecido sob os cuidados da babá por cerca de uma semana.
O menino foi encaminhado à UTI pediátrica e apresentou piora no nível de consciência no dia seguinte, sendo mantido internado.
A mãe relatou ainda que, dois dias antes, recebeu uma foto do filho com um hematoma na testa. Na ocasião, a cuidadora teria informado que a criança havia tropeçado. No entanto, segundo um médico do CHS, as lesões não aparentavam ser recentes, o que levantou suspeitas e levou ao acionamento do Conselho Tutelar.
O caso foi registrado como maus-tratos com lesão corporal grave, e a Polícia Civil solicitou exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). O Conselho Tutelar acompanha a situação e presta assistência à família.
Na época, a defesa da babá informou, por meio de nota, que as acusações são infundadas e serão contestadas judicialmente. Os advogados afirmaram que a profissional sempre atuou com responsabilidade e que há elementos que demonstram a ausência de conduta ilícita.
A defesa também declarou que a investigada vinha recebendo ameaças e que medidas judiciais poderiam ser adotadas. Por fim, reiterou que a cliente estaria à disposição da Justiça e confiante no esclarecimento dos fatos.
A criança segue no hospital e sob cuidados médicos.
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