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Familiares e amigos se reuniram em uma funerária de Votorantim para a despedida da mulher trans de 35 anos, natural da cidade. Segundo pessoas próximas, ela estava morando havia alguns meses na capital paulista, onde trabalhava.
Entre as pessoas que acompanham o caso estão Amanda Gabriela Lugo e Sofi Hadassa, ambas amigas da vítima e profissionais do sexo. Elas apresentaram uma nova versão sobre o ocorrido, que agora deve ser considerada durante as investigações.
O crime ocorreu no bairro Planalto Paulista, em São Paulo. De acordo com o registro da ocorrência, o corpo da vítima foi encontrado caído na rua, com marcas de tiro. O responsável pelos disparos é um investigador da Polícia Civil de São Paulo, que confessou o crime.
Durante depoimento, o agente afirmou que a mulher trans teria cometido um roubo contra ele. A versão apresentada pelo policial agora é contestada pelas amigas da vítima. Segundo elas, o policial seria um cliente da vítima, e teria atirado na profissional do sexo após ter sido cobrado pelo não pagamento do programa. Ela teria pego o celular do policial, o que motivou o disparo. O sepultamento ocorreu no fim da manhã no Cemitério São João Batista, em Votorantim. O caso será investigado pela Corregedoria da corporação.
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