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Para minimizar a saudade e tornar o período de pandemia da covid-19 mais esperançoso, bilhetes com mensagens positivas são feitos por alunos e pendurados no portão de uma escola em Boituva (SP).
portao da escola com mensagens
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Para minimizar a saudade e tornar o período de pandemia da covid-19 mais esperançoso, bilhetes com mensagens positivas são feitos por alunos e pendurados no portão de uma escola em Boituva (SP).
Segundo Thais Rosan, idealizadora do “tem esperança no portão”, o projeto surgiu depois que alguns pais comentaram que as crianças sentiam falta da escola e apresentavam sintomas de angústia com as condições do confinamento.
“Nós sabemos que os pais e as crianças estão passando por um momento muito difícil. Os pais, com medo, insegurança e pânico. Já as crianças, com a falta da rotina e das atividades, acabam transbordando em casa. Por isso, em momentos difíceis é muito importante fixarmos nossos pensamentos e atitudes em ideias positivas”, diz Thais.
O portão foi escolhido pela instituição de ensino porque é considerado um dos “cantinhos” mais especiais do prédio, já que encontros e trocas ocorrem no local.
“Escolhemos o portão pois, para quem vive o universo escolar infantil, seja como professor ou pai, conhece toda a simbologia daquele local. Os pais por um lado trazem seus maiores bens, depositando em nós, educadores, uma responsabilidade imensa e nós. Por outro lado, estamos ali, afirmando nosso legado educacional e garantindo a confiança solicitada. É uma troca genuína e forte, mas que acontece de forma orgânica, todos os dias”, explica.
O projeto foi colocado em prática no dia 21 de maio e já contou com a participação de aproximadamente 40 crianças, além de professores, familiares e até mesmo crianças vizinhas à escola que depositaram uma cartinha de esperança ou uma frase de conforto.
“As crianças queriam muito voltar para a escola e um simples desenho trouxe muito conforto, carinho e, além disso, foi uma forma que nós encontramos para que elas externassem todos os seus sentimentos.”
Uma das alunas da unidade contou que o sentimento de antes era de saudade, mas que com a criação do projeto foi possível preencher um pouco do vazio da quarentena.
“Eu sinto falta das atividades, de ver meus amigos e da minha professora. Gostei muito de poder ir até o portão da escola e colocar meu bilhetinho. Quando eu cheguei lá eu senti alegria e saudade. Quando tudo isso acabar vou dar um abraço em todo mundo”, afirma Marina Húngaro de Oliveira, de 5 anos.
Para Thais, com o projeto foi possível compreender que ninguém está sozinho neste momento.
Leia também: Como entender a mente de um cão“Sem dúvidas eu sinto esperança e que não estamos sozinhos. Sabemos que essa pandemia só será vencida se estivermos juntos, mesmo que em pensamentos. É importante estarmos unidos para ajudar os mais prejudicados nesses dias difíceis”, diz Thais.
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