Via sem manutenção no Parque Pirapora prejudica trânsito e dificulta atendimento de emergência, segundo moradores
O homem preso acusado de matar a esposa grávida durante uma relação sexual, em Várzea Paulista, passa por júri popular nesta quarta-feira (16).
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O homem negou as acusações, alegando que o contato íntimo relatado seria apenas uma “demonstração de carinho”.
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O homem preso acusado de matar a esposa grávida durante uma relação sexual, em Várzea Paulista, passa por júri popular nesta quarta-feira (16). O julgamento começou às 10h30 no Fórum da cidade.
Ao longo do dia serão ouvidas cinco testemunhas, sendo que quatro delas foram chamadas tanto pela defesa quanto pela acusação e a quinta é apenas da acusação.
O homem foi denunciado pelo Ministério Público por feminicídio, sendo por motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, segundo analisado no laudo necroscópico. A pena para o crime de feminicídio varia de 12 a 30 anos.
A jovem, que era cabelereira e maquiadora, foi morta a facadas em dezembro de 2019. De acordo com a Polícia Militar, um tio teria estranhado o sumiço do casal e foi até a casa que fica no Jardim América 3.
Ele arrombou a porta e encontrou marido e mulher. Ela estava morta e homem ferido, e segundo a polícia, ele teria tentado se matar. Ele foi socorrido e levado à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da cidade e estaria fora de riscos.
De acordo com a polícia, o casal tinha brigado porque a mulher tinha descoberto que estava grávida.
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