População reclama de falta de asfalto, buracos, lixo e ponte danificada que oferece risco aos pedestres
Primeira venda registrada em 1926 marca trajetória iniciada no século XIX e consolidada com vinhos e sidras produzidos em Jundiaí
População reclama de falta de asfalto, buracos, lixo e ponte danificada que oferece risco aos pedestres
Cidade aplicou 74.469 doses enquanto país reforça vacinação antes do inverno com mais de 17 milhões distribuídas
Mudanças no Código Penal ampliam punições para furtos, roubos e fraudes
Dupla foi localizada com apoio do videomonitoramento após roubo a motorista de aplicativo no bairro Vianelo
Continua após anúncio
A primeira venda registrada da fábrica de vinhos da família Cereser aconteceu em 8 de maio de 1926, com 200 litros de vinho natural de uva vendidos por 280 mil réis, com destino à cidade de Piracicaba. O documento histórico marca o início formal de uma trajetória que começou décadas antes, com a chegada de um imigrante italiano ao Brasil.
O talão da venda está exposto junto com outros itens históricos no espaço da loja oficial da empresa, no bairro Caxambu, em Jundiaí. A história, no entanto, começa na década de 1880, quando Santo Cereser desembarcou sozinho no porto do Rio de Janeiro, fugindo das dificuldades na Europa.
Em busca de trabalho, ele seguiu para São Paulo e depois para Jundiaí, onde foi empregado em uma fazenda. No local, plantou 40 mudas de uva trazidas da Europa. Após um sonho que considerou revelador, decidiu deixar o emprego, acreditando que a família estava a caminho do Brasil.
De volta à cidade, Santo Cereser soube que o Barão de Jundiaí oferecia terras a imigrantes, com pagamento feito por meio da própria produção. Ele retornou à fazenda para recuperar as mudas que havia plantado e iniciou, no bairro Caxambu, a produção de uvas e vinhos da família.
Com o crescimento da produção e das vendas, o negócio passou por um processo de profissionalização. Ainda em maio de 1926, foi emitida a primeira nota fiscal em nome de Humberto Maximiliano. Anos depois, em 1937, foi criado o vinho Dom Bosco.
Com o nome de Viti Vinícola Santa Izabel, a empresa se consolidou em Jundiaí. A denominação faz referência à devoção da família à santa, tradição mantida ao longo das gerações.
Na década de 1950, João Cereser passou a oferecer os produtos em consignação para festas e quermesses de paróquias da cidade, ampliando a presença da marca na região.
Já na década de 1960, com o incentivo do governo brasileiro ao plantio de maçãs, surgiu a ideia de produzir espumantes a partir da fruta, seguindo modelos adotados na Argentina e em países da Europa.
Inicialmente, o produto enfrentou dificuldades de comercialização. A situação mudou quando garrafas da sidra Cereser passaram a integrar cestas de Natal produzidas por uma empresa, ampliando a distribuição.
A partir desse momento, a sidra abriu um novo capítulo na história da empresa, consolidando a marca no mercado de bebidas.
Veja mais notícias no nosso Instagram.
Siga nosso canal para receber as notícias no seu WhatsApp.
Envie sugestão de reportagem pelo WhatsApp do Jornalismo.
Notícias recentes.
Dupla foi localizada com apoio do videomonitoramento após roubo a motorista de aplicativo no bairro Vianelo
Com a apreensão, polícia confirma que todos os envolvidos foram localizados; um dos suspeitos foi encontrado em Jundiaí
Treinador foi preso após denúncias envolvendo adolescente e está proibido de participar de eventos oficiais da modalidade
Crime ocorreu em São Miguel Paulista e envolve cinco suspeitos; vítimas têm 7 e 10 anos
Caso aconteceu no Centro
Receba notícias no seu celular
0 comentários