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Treinador foi preso após denúncias envolvendo adolescente e está proibido de participar de eventos oficiais da modalidade
Entidades de jiu-jítsu banem treinador Melqui Galvão depois de prisão por estupro de adolescente | Reprodução redes sociais
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Um professor de jiu-jítsu que mantém academia em Jundiaí foi banido de forma definitiva de competições e atividades oficiais da modalidade após ser preso sob suspeita de estupro de vulnerável. A decisão foi anunciada pela Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu e pela International Brazilian Jiu-Jitsu Federation.
Segundo as entidades, o treinador não poderá mais participar de eventos organizados pelas federações. Em nota, as organizações afirmaram que repudiam qualquer conduta que viole a integridade e a segurança de praticantes, especialmente crianças e adolescentes, e destacaram que casos de abuso serão tratados com rigor.
A prisão do suspeito foi decretada pela Justiça de São Paulo e ocorreu após denúncias de violência sexual contra uma adolescente de 17 anos. De acordo com a Polícia Civil de São Paulo, o crime teria acontecido em fevereiro deste ano, durante uma competição em Roma, na Itália.
As investigações apontam que a vítima treinava com o professor desde o fim de 2024. Após o caso, mensagens enviadas pelo suspeito à família da jovem teriam reforçado os indícios do crime e a tentativa de evitar a denúncia.
A polícia também apura se há outras vítimas. Testemunhas ouvidas relatam situações semelhantes, o que pode indicar um padrão de comportamento. Pelo menos outro caso de abuso já foi citado durante as investigações.
O treinador, que também é policial civil no Amazonas, foi preso em Manaus. A detenção ocorreu após uma operação que incluiu buscas em um imóvel ligado a ele em Jundiaí.
O caso segue em investigação, e o suspeito permanece à disposição da Justiça.
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