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Há mais de 38 anos, profissional cuida do relógio e dos sinos da Igreja Santa Rita de Cássia e preserva patrimônio histórico
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Em meio à era digital, uma profissão rara ainda resiste no alto das torres de igrejas em Sorocaba. O relojoeiro responsável pelo funcionamento do relógio e dos sinos da Igreja Santa Rita de Cássia mantém viva uma tradição que atravessa gerações.
Há mais de 38 anos, Valdinei Âmbar cuida do mecanismo que marca as horas e anuncia o tempo com o toque dos sinos, um som conhecido pelos moradores da região. O trabalho exige conhecimento técnico e dedicação constante para garantir que o sistema continue operando corretamente.
O relógio da igreja reúne peças antigas e robustas, como engrenagens de bronze, que ajudam a reduzir o desgaste ao longo dos anos. O sistema conta com diferentes mecanismos para marcar as horas cheias e os intervalos, além de motores que auxiliam na elevação dos pesos — função que, no passado, era feita manualmente.
Mesmo com a modernização parcial, a manutenção ainda depende de acompanhamento frequente. Sem o ajuste semanal, o relógio pode parar. O acesso ao local é restrito por questões de segurança, o que torna o trabalho ainda mais específico e pouco conhecido pelo público.
A ligação com a profissão começou cedo. Valdinei aprendeu o ofício com o pai, ainda na adolescência, e, desde então, segue atuando na área. Hoje, além de já ter cuidado de outros relógios de igrejas da cidade, ele mantém o serviço de forma voluntária na paróquia.
Os sinos instalados na década de 1940 e o relógio em funcionamento desde os anos 1950 fazem parte da história da igreja e da memória afetiva da comunidade. A atuação do relojoeiro garante não apenas a precisão do tempo, mas também a preservação de um patrimônio cultural que resiste ao avanço da tecnologia.
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