Buraco na cabeceira da ponte sobre o Córrego Supiriri obriga o trânsito a fluir em apenas duas faixas
Estudo mostra queda da mancha de poluição, mas apenas 1 ponto teve água boa; Sorocaba e Médio Tietê estão entre áreas de alerta
Buraco na cabeceira da ponte sobre o Córrego Supiriri obriga o trânsito a fluir em apenas duas faixas
Shows, teatro, festival cultural e atrações gratuitas movimentam a agenda de sexta a domingo na região
Cantores comentaram shows pelo país, férias em família e planos para o futuro
Criança morreu em 15 de fevereiro após atendimento na UPA e diagnóstico foi confirmado por laudo laboratorial
Continua após anúncio
Às vésperas do Dia do Rio Tietê, celebrado em 22 de setembro, a Fundação SOS Mata Atlântica divulgou o relatório Observando o Tietê 2025. O estudo revela que, apesar da redução da mancha de poluição de 207 km em 2024 para 174 km neste ano, a qualidade do rio segue crítica. Apenas 1,8% dos pontos analisados tiveram água considerada boa, contra três registrados no ano passado. A maioria segue entre regular (61,8%), ruim (27,3%) ou péssima (9,1%). Nenhum trecho foi classificado como ótimo.
Na região de Sorocaba e Médio Tietê, o relatório reforça a necessidade de maior participação dos Comitês de Bacias Hidrográficas. A área está entre as que demandam governança ativa e cobrança de ações conjuntas do poder público, agricultores, empresas e concessionárias de saneamento.
O levantamento destaca ainda que, no trecho entre a nascente em Salesópolis e Barra Bonita, apenas 34 km tiveram qualidade boa, uma queda de 70% em relação a 2024. A condição regular avançou, mas ainda impõe restrições para usos múltiplos. Entre os fatores de vulnerabilidade estão a redução das chuvas, despejos irregulares, rompimentos de estruturas de esgoto e pressões urbanas e industriais.
Segundo Gustavo Veronesi, coordenador do projeto, a melhora pontual não garante recuperação sustentável. “A qualidade do Tietê permanece altamente vulnerável e sem sinais consistentes de avanço duradouro.”
A SOS Mata Atlântica reforça a importância de soluções baseadas na natureza, como recuperação de nascentes, recomposição de matas ciliares e descentralização do tratamento de esgoto. Para a diretora de políticas públicas da organização, Malu Ribeiro, “é fundamental integrar saneamento, uso do solo e governança hídrica para garantir rios limpos e resilientes”.
Como parte das ações, a entidade promove em 20 de setembro uma remada simbólica com regatas competitivas na Barragem da Penha, em São Paulo. O evento marca a mobilização da sociedade e a necessidade de engajamento contínuo para a recuperação do Tietê, que corta 265 municípios, incluindo Sorocaba.
Veja mais notícias no nosso Instagram.
Siga nosso canal para receber as notícias no seu WhatsApp.
Envie sugestão de reportagem pelo WhatsApp do Jornalismo.
Notícias recentes.
Buraco na cabeceira da ponte sobre o Córrego Supiriri obriga o trânsito a fluir em apenas duas faixas
Shows, teatro, festival cultural e atrações gratuitas movimentam a agenda de sexta a domingo na região
São tanto aves nacionais quanto exóticas, como as cacatuas. Por ano, nascem no espaço cerca de 400 aves.
Nas ruas de Sorocaba tem gente ansiosa para a chegada do frio.
Ação da Polícia Militar e do Ministério Público cumpre mandados, apreende veículos e bloqueia bens de investigados
Receba notícias no seu celular
0 comentários