Duas denúncias foram feitas por má conduta e tentativa de agressão por parte do médico
O material não vai ficar por muito mais tempo em São Paulo, cercado por prédios e residências. Duas alternativas estão sendo especuladas para comportar os resíduos: uma área da INB em Caldas, Minas Gerais, e essa outra em Itu, na zona rural, no bairro Botuxim.
placa radioativa
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As Indústrias Nucleares do Brasil, INB, são uma estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia, que entre outras funções, tem atuação na cadeia produtiva do urânio, um elemento radioativo. Hoje, uma parte considerável dos resíduos nucleares do Brasil, mais de mil toneladas, fica num terreno da UNB em Interlagos, São Paulo.
Só que o material não vai ficar por muito mais tempo no local, cercado por prédios e residências. Duas alternativas estão sendo especuladas para comportar os resíduos: uma área da INB em caldas, Minas Gerais, e essa outra em Itu, na zona rural, no bairro Botuxim.
O prefeito de Caldas, Ailton Goulart, já disse que não quer que isso aconteça de jeito nenhum. O prefeito de Itu, Guilherme Gazzola, está com o mesmo discurso.
Gazzola ficou sabendo da situação pela imprensa. Ele afirma não ter sido contatado oficialmente pela INB.
Segundo informações do próprio site da estatal, essa área em Itu abriga sete silos com a chamada “Torta II”, que é um resíduo radioativo, proveniente do tratamento químico do minério monazita, que era processada para produzir compostos de terras raras, usadas em cerâmicas, composição de materiais eletrônicos, imãs permanentes, ligas metálicas e especiais. A INB alega que a instalação segue as normas da comissão nacional de energia nuclear.
O prefeito Gazzola diz que a área não recebe material radioativo desde a década de 1990. Em 1991, o espaço foi declarado como área de proteção ambiental, por meio de lei publicada em junho.
A equipe da TV Sorocaba/SBT entrou em contato com a INB, mas não teve nenhuma resposta.
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